Capítulo 3 (5837 palavras)
Lauren Adams's POV
Dia seguinte...
Atlanta vista por dentro parecia muito maior do que na realidade era. Das janelas dos altos prédios que pareciam rasgar o céu, saiam luzes fortes e amarelas que chegavam a iluminar um pouco da fachada em redor das próprias janelas. As ruas eram muito movimentadas, cheias de carros e as pessoas andavam apressadas pelos passeios e pelas passadeiras. Aquele devia ser uma dia de trabalho, afinal, de acordo com o meu relógio de pulso, era sexta-feira. As lojas estavam sempre com cinco clientes no mínimo e cada uma vendia uma coisa diferente da anterior. A minha sorte era que o telemóvel que eu trazia na minha mochila tinha GPS, senão, não encontraria o caminho para sair daquele labirinto modernizado.
Entrei num parque que havia um pouco mais afastado dos prédios e sentei-me na base de uma árvore que lá havia. Posei a mochila no chão e tirei o ficheiro com as informações do meu protegido de lá de dentro. Ainda só tinha dado uma vista de olhos naqueles papéis e precisava de decorar todo o tipo de informações sobre ele e as pessoas mais chegadas ao próprio. Li e reli aquele ficheiro até conseguir adquirir toda a informação básica, protegida dos raios solares que estavam fortes àquela hora do dia.
Fechei os olhos durante alguns segundos e repeti tudo o que tinha lido na minha mente. Estava sozinha agora: Independente e livre. Podia ir divertir-me como nunca antes me diverti enquanto estava naquela cidade mas a minha missão impedia-me de o fazer. Mesmo que tenta-se fugir da minha vida, o Sr. Rigby encontraria uma maneira de me apanhar. Eu tinha o dever de proteger uma pessoa e a sua família e amigos se fosse necessário e eu não podia falhar em algo como aquilo. Vidas de pessoas estavam em risco.
Estava a preparar-me para dormir um pouco mas algo interrompeu o meu desejo. Senti algo a encostar-se aos meus pés e entreabri um dos olhos, preguiçosamente. Era algo com forma esférica e tinha formas hexagonais pretas e brancas desenhadas na sua superfície. Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Abri os dois olhos completamente e inclinei-me para pegar naquele estranho objeto. A sua textura fez-me concluir que era feita de borracha e que a esfera estava cheia de ar no seu interior. Levantei-me e olhei para os dois lados à procura do dono daquele objeto. Só vi uma criança pequena a correr na minha direção e a chegar ofegante aos meus pés. O rapazinho dava-me um pouco abaixo da cintura e arfava da corrida que tinha feito.
- Can you give the ball, please? - Pediu ele timidamente.
A escuta que eu tinha posta atrás da orelha apressou-se a traduzir o que o rapazinho tinha dito. Nas aulas que eu tinha no campus, nós levávamos escutas postas nas orelhas e apenas aprendíamos a falar a língua enquanto que a escuta fazia o trabalho da tradução para a nossa língua. "Podes-me dar a bola, por favor?" Foi isso que ele disse. Por um momento fiquei confusa. "Bola? Que é isso?" Pensei. Só depois me apercebi e baixei-me até ficar da altura dele.
- É tua? - Perguntei, sorrindo-lhe e estendendo o objeto nas minhas mãos na sua direção.
Ele acenou afirmativamente com a cabeça e pegou na tal "bola" das minhas mãos, sorrindo também.
- Jaxon! Andá cá! - Ouvi a escuta a traduzir de alguém que se aproximava.
O rapazinho olhou para trás e sorriu novamente para quem se aproximava.
- Peço muitas desculpas. O meu irmão é muito desastrado. - Disse a mesma voz enquanto pegava no rapazinho ao colo.
Olhei para cima para olhar para quem tinha falado, mas tive de franzir os olhos ligeiramente por causa do Sol. Pude então distinguir uma figura alta de um rapaz, que era definitivamente mais velho que eu. O cabelo estava um pouco despenteado e a parte da frente tinha uma forma estranha: Parecia uma polpa de cabelo dourado. Soltei um grito interiormente e o meu coração acelerou. Era ele! Era o meu protegido! A figura à minha frente correspondia exatamente à descrição do ficheiro e a fotografia era extremamente parecida. Não havia espaço para dúvidas. Era ele. Tinha de ser ele!
Entrei num parque que havia um pouco mais afastado dos prédios e sentei-me na base de uma árvore que lá havia. Posei a mochila no chão e tirei o ficheiro com as informações do meu protegido de lá de dentro. Ainda só tinha dado uma vista de olhos naqueles papéis e precisava de decorar todo o tipo de informações sobre ele e as pessoas mais chegadas ao próprio. Li e reli aquele ficheiro até conseguir adquirir toda a informação básica, protegida dos raios solares que estavam fortes àquela hora do dia.
Fechei os olhos durante alguns segundos e repeti tudo o que tinha lido na minha mente. Estava sozinha agora: Independente e livre. Podia ir divertir-me como nunca antes me diverti enquanto estava naquela cidade mas a minha missão impedia-me de o fazer. Mesmo que tenta-se fugir da minha vida, o Sr. Rigby encontraria uma maneira de me apanhar. Eu tinha o dever de proteger uma pessoa e a sua família e amigos se fosse necessário e eu não podia falhar em algo como aquilo. Vidas de pessoas estavam em risco.
Estava a preparar-me para dormir um pouco mas algo interrompeu o meu desejo. Senti algo a encostar-se aos meus pés e entreabri um dos olhos, preguiçosamente. Era algo com forma esférica e tinha formas hexagonais pretas e brancas desenhadas na sua superfície. Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Abri os dois olhos completamente e inclinei-me para pegar naquele estranho objeto. A sua textura fez-me concluir que era feita de borracha e que a esfera estava cheia de ar no seu interior. Levantei-me e olhei para os dois lados à procura do dono daquele objeto. Só vi uma criança pequena a correr na minha direção e a chegar ofegante aos meus pés. O rapazinho dava-me um pouco abaixo da cintura e arfava da corrida que tinha feito.
- Can you give the ball, please? - Pediu ele timidamente.
A escuta que eu tinha posta atrás da orelha apressou-se a traduzir o que o rapazinho tinha dito. Nas aulas que eu tinha no campus, nós levávamos escutas postas nas orelhas e apenas aprendíamos a falar a língua enquanto que a escuta fazia o trabalho da tradução para a nossa língua. "Podes-me dar a bola, por favor?" Foi isso que ele disse. Por um momento fiquei confusa. "Bola? Que é isso?" Pensei. Só depois me apercebi e baixei-me até ficar da altura dele.
- É tua? - Perguntei, sorrindo-lhe e estendendo o objeto nas minhas mãos na sua direção.
Ele acenou afirmativamente com a cabeça e pegou na tal "bola" das minhas mãos, sorrindo também.
- Jaxon! Andá cá! - Ouvi a escuta a traduzir de alguém que se aproximava.
O rapazinho olhou para trás e sorriu novamente para quem se aproximava.
- Peço muitas desculpas. O meu irmão é muito desastrado. - Disse a mesma voz enquanto pegava no rapazinho ao colo.
Olhei para cima para olhar para quem tinha falado, mas tive de franzir os olhos ligeiramente por causa do Sol. Pude então distinguir uma figura alta de um rapaz, que era definitivamente mais velho que eu. O cabelo estava um pouco despenteado e a parte da frente tinha uma forma estranha: Parecia uma polpa de cabelo dourado. Soltei um grito interiormente e o meu coração acelerou. Era ele! Era o meu protegido! A figura à minha frente correspondia exatamente à descrição do ficheiro e a fotografia era extremamente parecida. Não havia espaço para dúvidas. Era ele. Tinha de ser ele!
Cinco dias depois...
Justin Bieber's POV
Estávamos a gravar o acústico de "She Don't Like The Lights" no estúdio até que vi Kenny entrar na gravadora, apressado. Claro que eu não parei de cantar; sabia que não me podia distrair com uma coisa como aquelas. Mas já estava habituado a entradas súbitas como estas, só que Kenny nunca o fazia e isso fez-me suspeitar um pouco do seu comportamento.
"She's giving ultimatums, she don't like this life
She said if I loved her, I'd give up won't think twice
I can't do that"
Através do vidro à prova de som, via Kenny a falar com Scooter, que também estava presente. Ele ofegava e a sua boca mexia-se tão rapidamente que eu não conseguia ler-lhe os lábios. Scooter levantou-se com os olhos muitos abertos, que demonstravam surpresa, e tirou o seu telemóvel do bolso das calças. Vi-o marcar uma número e encostar o aparelho ao ouvido logo a seguir.
Agora é que eu estava mesmo curioso para saber o que se estava a passar do outro lado do vidro. Deve ter acontecido alguma coisa senão Scooter não tinha ficado daquela forma. Apetecia-me sair em disparada daquela sala e ir perguntar-lhes o que tinha acontecido mas esta era a quarta vez que gravávamos esta música em acústico. A minha voz não tem andado bem comigo nestes últimos dias e é por isso que temos de repetir as gravações.
"How can I choose between the two
One of the nights I'll run right now
I wish she could see, how good this can be
I hope she waits a little bit longer
'Cause I don't wanna live this life, without her by my side
'Cause she gets the lights that is in me
But she don't know"
Estava quase a acabar a música e Scooter ainda não tinha terminado a chamada. Kenny tinha-se sentado numa das cadeiras e estava com o queixo apoiado mas mãos e com os cotovelos apoiados nos joelhos. Ele parecia nervoso e Scooter não estava diferente. Enquanto falava ao telemóvel, andava de um lado para o outro na sala e o resto do pessoal que lá estava a tratar do som já estava a ficar ligeiramente irritado com aquilo. "Depois não me culpem se a gravação correr mal!" Pensei enquanto cantava.
Ri internamente com a cens e finalizei a canção com uma:
"She don't like the lights
She don't like the lights"
Esperei mais uns segundos até que um dos homens com os auscultadores do outro lado do vidro me fez sinal com a mão a indicar que a música tinha acabado. Tirei os auscultadores com calma por causa dos fios e pousei-os em cima de uma mesa ao canto da sala. Fui até à porta e abri-a de rompante. Scooter assustou-se com o meu movimento brusco e eu vi, com desilusão, que Kenny já tinha saído da sala. Vi Scooter parar de falar durante um momento por causa do susto, mas recomeçou quando a pessoa do outro lado do telemóvel falou mais alto, chamando assim a sua atenção. Scooter foi ate à porta que dava para o corredor, abriu-a e saiu da sala, fechando a porta logo em seguida.
- O que é que se passa? - Perguntei para ninguém em especial.
- Acho que houve um problema qualquer lá em baixo. Não percebi nada do que o Kenny disse, ele estava a falar muito depressa. - Responde alguém que eu não me dei ao trabalho de saber quem era.
- Hum... - Foi a única coisa que disse.
Eles disseram-me os resultados da gravação e concluímos finalmente que esta já estava boa o suficiente para entrar no novo Álbum. Estávamos a discutir num tom amigável qual era o melhor sabor de gelado quando Scooter entrou na sala de rompante.
- Temos de ir Justin. Já acabaram as gravações?
Todos na sala assentiram.
- Ótimo. Encontramo-nos em tua casa daqui a uma hora e quero-te ver lá porque temos de ter uma conversa. - Disse Scooter saindo da sala em seguida.
Ok, aquilo foi estranho. Ele nunca falou assim comigo; Só quando eu fazia asneiras e ia tudo parar à imprensa, mas eu juro pela vida da minha família que não fiz nada desta vez.
Encolhi os ombros e despedi-me o pessoal. Saí da sala das gravações, atravessei o corredor do edifício e desci as escadas até ao piso 0. Não fui pelo elevador porque sou claustrofóbico e não me enfio dentro de um elevador nem que me paguem. Eram imensos degraus pelo facto de estarmos no piso quatro e tive de os descer a correr porque quando o Scooter diz para não me atrasar, é melhor não me atrasar mesmo.
Quando acabaram os degraus caminhei mais um pouco e virei numa esquina que dava para a entrada do edifício. E fiquei sem reação quando vi o que estava a acontecer. Estava uma multidão de paparazzis e de fãs a tentar entrar dentro do edifício. Os guardas que tentavam impedir a sua entrada não eram suficientes para deter tanta gente e quando uma fã histérica me viu através das portas de vidro, saltou literalmente contras as portas não dando tempo ao guarda de a impedir. O mesmo fizeram muitas outras e os paparazzis vieram logo a seguir. Olhei em volta e tentava não parecer desesperado enquanto procurava Kenny por todos os cantos da entrada, mas não encontrei ninguém.
- Ele está ali! É ele! É o Justin Bieber! - Ouvi alguém gritar histericamente e foi aí que eu entrei em pânico. Os seguranças que tentavam controlar a multidão olharam na minha direção e arregalaram os olhos.
Não que eu tenha medo dos fãs, nada disso, eu amo as minhas beliebers, mas ver uma multidão a tua procura não é uma coisa boa de se ver. Só de pensar no que elas podem fazer para te tocar... Um arrepio subiu-me pela espinha e virei-me para voltar para as escadas novamente. Eu não ia correr. Isso não. Elas podiam pensar que eu estava a fugir e eu não queria isso. Olhei para trás e vi, para o meu desespero que os seguranças já não estavam à vista e que a multidão de paparazzis e fãs entravam dentro do edifício como se o próprio lhes pertencesse.
"Raios!" Pensei enquanto o meu corpo era envolvido pelo pânico da situação. A multidão de raparigas e de fotógrafos aproximava-se rapidamente. O barulho da gritaria era insuportável. "Onde é que está o Kenny quando mais preciso dele? E onde é que foi o Scooter? Como é que ninguém ouve esta barulheira?"
- Ok pessoal tenham calma! Vamos com calma!! - Eu tentava fazer com que eles me ouvissem mas não parecia estar a dar resultado.
Quando me apercebi estava encostado à porta metálica do elevador completamente encurralado enquanto choviam flashes de todas as câmaras e as raparigas me tocavam como se não houvesse amanhã. Os meus olhos já ardiam de tantos flashes e eu só via mãos e todo o tipo de objetos a voar à minha volta. Para dizer a verdade não sabia o que era pior: os paparazzis que pareciam que me queriam cegar ou as fãs a tentar tocar-me.
Até que a minha salvação chegou. Quero dizer, mais ou menos. Fui surpreendido ao perder o apoio das minhas costas e senti a minha cabeça bater com força contra o chão duro e frio do interior do elevador. Ouvi as portas fecharem-se e os barulhos e os gritos ficaram mais abafados. Ouvi alguém carregar num botão do elevador e senti o mesmo subir.
- Justin?
Abri os olhos dolorosamente e tentei focar a minha visão. Era Scooter que estava no elevador comigo mas só o reconheci pela voz. Os meus olhos ainda estavam doloridos e eu só conseguia distinguir pontos coloridos em vez de imagens distintas.
- O que é que se passou? - Perguntou Scooter. Senti-o a pegar nos meus braços e a erguer-me do chão. - E porque é que estás sem camisa?
- O quê? - Perguntei confuso. Esfreguei os olhos com força e esperei um pouco até a minha visão voltar ao normal. Depois, olhei para baixo para confirmar o que ele tinha dito. Era verdade. Já não tinha a minha camisa vestida; Uma das fãs deve ter conseguido tirar-ma no meio da confusão. - Eu não sei o que aconteceu, foi tudo demasiado rápido. Desci ao piso 0 para ir para o meu carro mas quando cheguei à porta estava uma multidão a tentar passar pelos seguranças. Só que as fãs viram-me e não sei o que aconteceu aos seguranças mas aquela gente toda conseguiu entrar e eu fui rodeado. Fui literalmente atacado por uma multidão de fãs e paparazzis! Doem-me os olhos, a cabeça e doi-me o corpo todo e nem sei porquê! Onde raio é que está o Kenny?
- Acho que tens de vir comigo.
O elevador parou e as portas abriram-se mas Scooter voltou a fechá-las e carregou no botão que indicava o último andar. Foi aí que me lembrei que estava dentro de um elevador.
"Sem stress. Fecha os olhos. Finge que não estás dentro do elevador que pode parar a qualquer momento." Pensei, mas isso não resultou. "Ora, raios!" Senti as minhas mãos suar e o meu coração a bater tão depressa que parecia querer saltar do peito. As paredes pareciam contraír-se e o teto parecia que se estava a aproximar da minha cabeça. Senti as minhas pernas tremer e a boca a ficar seca. Segurei-me com força ao corrimão que havia encostado à parede e encostei a testa à parede fria do elevador, tentando afastar todos esses pensamentos.
- Estamos quase Justin. - Disse Scooter apertando-me o ombro.
Limitei-me a assentir com a cabeça enquanto fechava os olhos com força. E foi com alívio que ouvi o som típico que anunciava que o elevador tinha chegado ao seu destino. Ouvi as portas abrirem-se e lancei-me literalmente para fora do elevador sendo acompanhado por Scooter que não mostrava nenhuma emoção no rosto. Dobrei-me para a frente e apoiei as mãos nos joelhos tentando acalmar a respiração e os batimentos cardíacos.
Senti uma brisa fria nas minhas costas nuas e endireitei-me para ver de onde vinha. Scooter tinha aberto a janela que dava para uma larga varanda, já que o último piso era o mais pequeno de todos. Segui-o e entrei na varanda. Vi-o inclinado por cima do corrimão e ele parecia atento a ver alguma coisa lá em baixo e eu fiz o mesmo, para saber o tanto ele olhava. À entrada do edifício via-se o resto da multidão que não tinha conseguido entrar porque o piso 0 já estava cheio.
- Eles não conseguem entrar no elevador? - Perguntei, um pouco apreensivo.
- Não. Pelo menos espero que os seguranças os consigam tirar dali antes que o elevador que apanhámos agora tenha tempo para descer.
- E as escadas?
- É provável que as utilizem. Mas os reforços já vêm a caminho. - Respondeu, encolhendo os ombros. Senti outra brisa fria e o meu corpo arrepiou-se. Estávamos em Setembro e o tempo não estava dos melhores, apesar de estar céu parcialmente limpo. O ar estava frio, e tem andado a arrefecer de alguns dias para cá.
- À pouco, enquanto eu estava a gravar, o Kenny entrou na gravadora. E tu... bem... pareceu-me que ficaste um bocado nervoso e tal...
- Pois foi. O Kenny veio-me avisar que entraram dois homens desconhecidos pelos portões da frente e logo a seguir entrou aquela multidão de fãs atrás deles. Ele e os outros seguranças acharam que tinham sido os homens desconhecidos a abri-los de alguma forma. Só que, como não estamos muito habituados a este tipo de acontecimentos, não estavam seguranças suficientes prontos para parar tanta gente. Dois foram falar com os dois homens para os tentar mandar embora enquanto os outros tinham ficado à entrada do edifício para tentar impedir a multidão de entrar. O Kenny estava a tentar mandar os paparazzis embora e acabou por ver os dois seguranças a serem postos inconscientes pelos dois homens que entraram aqui no recinto. Por isso, ele veio cá acima informar-me do sucedido e eu liguei para a polícia a pedir reforços e eles disseram que estariam aqui em vinte minutos. Estou a contar com isso porque não creio que o Kenny vá aguentar com aqueles dois brutamontes sozinho. - Completou apontando para três figuras no meio do pátio. Um pouco afastados deles estavam dois corpos estendidos no chão, inconscientes.
O meu coração acelerou quando o vi a defender-se dos golpes dos outros dois brutamontes. Ele era meu amigo e estava sozinho e eu não podia fazer nada para o ajudar.
- Não te preocupes Justin. Os reforços devem estar a chegar e tu sabes que o Kenny consegue lidar com eles enquanto a polícia não chega. - Disse Scooter olhando para mim, tentando transmitir-me alguma confiança.
Fiquei a olhar para a cena de luta que decorria lá em baixo. Kenny estava em visível desvantagem mas ele desviava-se dos socos e pontapés e tentava revidar. Ele tentava incapacitar o adversário mas como eram dois, era-lhe mais difícil fazê-lo. Mas foi então que vi uma figura baixa e igualmente vestida de preto.
- Scooter... Acho que temos ali mais um. - Avisei apontando para a pequena figura que se aproximava rapidamente da luta a três.
- Uma queres tu dizer. Se olhares com atenção, vais-te aperceber que um corpo com aquelas curvas na cintura não pode pertencer a um homem. Para além das ancas serem largas e de a estrutura física não ter nada a ver com os dois brutamontes. Mas não me parece que ela faça parte do grupo apesar de ter roupa preta. Repara no que ela está a fazer.
Olhei mais uma vez para baixo e deparei-me com uma cena um pouco estranha e fora do comum. A tal rapariga tinha tanto um pontapé nas costas de um dos homens com tanta força que o tinha feito ido parar ao chão de cara. Entretanto, Kenny lutava contra o outro homem, distribuindo um no outro, socos e murros por tudo o que era corpo. A rapariga subiu em cima do homem que ainda estava no chão e sentou-se em cima das suas costas, torcendo-lhe o braço atrás das costas e inclinando-se para perto da sua orelha. Estava provavelmente a dizer-lhe alguma coisa pois o homem contorceu-se por baixo dela. Fez-se ouvir um grunhido de dor suficientemente alto para se ouvir da varanda onde nós observávamos e eu desviei o olhar instintivamente para Kenny. Arregalei os olhos quando vi o que tinha acontecido. O homem tinha conseguido dar um pontapé no meio das pernas do meu segurança e tinha-o incapacitado no chão. De seguida, bateu-lhe com algo que eu não consegui ver na cabeça e vi Kenny ficar imóvel.
- Raios! - Exclamou Scooter ao meu lado. - O Kenny não! Onde é que se enfiou a polícia? - Olhou para o relógio de pulso. - E onde é que já foram os vinte minutos!!
A rapariga não teve muito mais sorte. O homem que lutava com Kenny tinha investido contra ela, fazendo-a sair de cima do outro e solta-lo para se proteger do ataque. O que estava em pé, ajudou o outro a levantar-se, o que não foi fácil já que ele não parava de esfregar o ombro e o peito, cheio de dores. A rapariga tirou algo que tinha às costas e pousou no chão, aproveitando o momento e tirou algo lá de dentro, guardando noutro sítio que não consegui perceber.
Ouviu-se o som das sirenes a poucos metros de distância e eu suspirei aliviado. Agora é que aquilo ia finalmente acabar.
- Ainda não acabou. - Disse Scooter, com uma voz tão sombria que não parecia ele. Olhei novamente para a luta e fiquei mais uma vez surpreendido.
Ao contrário do que eu tinha pensado, os dois homens não tinham fugido para se esconderem da polícia. Pelo contrário, eles investiram na rapariga que agora estava sozinha na luta contra os outros dois. Os seguranças tinham conseguido tirar toda a gente de dentro do edifício mas os paparazzis mudaram de alvo para fotografias. Tenho a certeza que a quantidade de fotos da luta que estava a decorrer era suficiente para fazer um filme de meia hora.
A rapariga desviava-se facilmente dos dois brutamontes que tentavam aplicar-lhe socos e rasteiras, claro que, sem sucesso algum. Ela parecia preparada para aquele tipo de coisas e, por cada movimento que eles faziam, choviam flashes para cima deles. Os carros da polícia pararam à entrada do portão pis não conseguiam entrar por causa da multidão. Os polícias saíram dos carros com armas em punho e obrigaram a multidão a afastar-se.
Um dos homens distraiu-se com as sirenes e esse foi o fim dele pois a rapariga aproveitou para o deitar ao chão com um murro no nariz e um pontapé no meio das pernas, o que o fez dobrar-se até ficar de joelhos e com a testa apoiada no chão. O outro homem investiu nela, agora que estava de costas, mas esta, de alguma forma, previu o que ele ia fazer e virou dando-lhe um murro certeiro no estômago. Quando a polícia chegou ao centro da luta, tiraram os homens dali e enfiaram-nos no carro, depois de lhes porem algemas mas houve um que encarava a rapariga. Nenhum deles se mexeu. O resto dos reforços mandava a multidão embora do recinto e em poucos minutos a missão estava completa. No pátio estava apenas a rapariga e o polícia.
- Vamos descer. - Disse.
- Esp... - Não lhe dei tempo de terminar. Saí da varanda a correr e entrei dentro do edifício. Fui até ao elevador e carreguei no botão, mas, como este estava no piso 0, decidi ir pelas escadas. Desci-las a correr o mais rápido que conseguia, sem tropeçar e cheguei lá abaixo em pouco mais de dois minutos.
Procurei a saída do edifício e empurrei as portas de vidro dando-me passagem para o exterior. Atrás de mim, apareceu Scooter.
- Como é qu...
- O elevador é sempre mais rápido. - Disse ele. - Vamos ter com ele.
Ele saiu de ao pé de mim e dirigiu-se rapidamente para perto do polícia, que estava de costas para nós e que ainda encarava a rapariga. Apressei-me a segui-lo. Agora que a via mais de perto, percebi que usava uns óculos escuros um pouco estranhos pois tinham um formato diferente e não deixavam transparecer nem um pouco dos seus olhos. A roupa que ela usava ficava-lhe justa ao corpo e era também muito estranha pois nunca tinha visto ninguém andar assim vestido, assim como nunca vi aquele tipo de tecido. Ela calçava botas igualmente pretas com um solta baixo mas que parecia suficientemente sólido para deixar marcas no rosto de alguém. Não queria imaginar a dor que aquele homem devia estar a sentir por causa do pontapé dela.
Ela olhou para mim e para Scooter - pelo menos foi o que pareceu - mas demorou o olhar em mim. Provavelmente tinha-me reconhecido ou algo do género pois vi-a a erguer as sobrancelhas. Ela deu um passo na minha direção um pouco relutante e eu senti algo na minha testa. Como se esta estivesse a ferver apenas num pouco o que ma fez esfregá-la com a mão. Fui empurrado para trás ao mesmo tempo que ouvia um som muito familiar. Tinha-o ouvido várias vezes quando ia ver filmes de ação e lutas. Tinha sido o som de uma arma a ser disparada. Só me dei conta do que aconteceu quando caí de costas do chão e senti um corpo ao meu lado. Sentei-me um pouco tonto e reparei que o ardor na minha testa tinha desaparecido.
- Oh meu Deus! - Exclamou o agente da polícia a olhar para algo do meu lado direito.
Fiquei um pouco confuso mas olhei na mesma, com um pouco de receio do que podia encontrar. Ao meu lado, deitada no chão, estava a rapariga que tinha ajudado Kenny a ver-se livre daqueles dois intrusos e ela estava a sangrar do ombro direito. O tiro... O ardor na minha testa... Foi aí que tudo fez sentido. Alguém andava atrás de mim... para me matar. Tentei tocar na rapariga mas mãos afastaram-me dela.
- Afaste-se Sr. Bieber. Vamos chamar os paramédicos. - Disse alguém.
Vi o agentes da polícia a falar ao telemóvel e vi Scooter ser levado para dentro de um carro da polícia. Fui levado para o mesmo carro que ele e obrigaram-me a entrar. Olhei pela janela do carro e vi a ambulância a chegar e os paramédicos a levarem a rapariga numa maca para dentro da ambulância. Ela mantinha os olhos abertos e não demonstrava dor nas suas feições apesar de as suas mãos estarem fechadas num punho. Ela olhava para toda a gente com um olhar perdido, como se não soubesse o que estava acontecer. Mas não pude ver mais nada. Ela foi levada para o Hospital e eu e Scooter fomos escoltados até à minha casa.
Eu só sabia que... Estava a dever a minha vida àquela rapariga, da qual não sei o nome.
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Está aqui o 3º capítulo leitoras espero que tenham gostado!! :) Foi o maior que eu já escrevi até agora, quer dizer, 5837 palavras? Nunca tinha escrito tanto num só capítulo!
Vou estar uma semana fora do país como já tinha dito, por isso não vou conseguir publicar mais nenhum capítulo. E quando eu voltar, as aulas vão recomeçar e vai ser um pouco difícil por quase das aulas e blá blá blá... Já sabem a história toda
Gostava que deixem-se os vossos comentários sobre o que estão a achar da fic. Não me importo que seja um "continua" ou um "pára que isso está horrível". Eu só queria a vossa opinião para saber se estão a gostar ou não do que eu escrevo.
Obrigada leitoras!
Beijos, vemo-nos no próximo capítulo!
- Eles não conseguem entrar no elevador? - Perguntei, um pouco apreensivo.
- Não. Pelo menos espero que os seguranças os consigam tirar dali antes que o elevador que apanhámos agora tenha tempo para descer.
- E as escadas?
- É provável que as utilizem. Mas os reforços já vêm a caminho. - Respondeu, encolhendo os ombros. Senti outra brisa fria e o meu corpo arrepiou-se. Estávamos em Setembro e o tempo não estava dos melhores, apesar de estar céu parcialmente limpo. O ar estava frio, e tem andado a arrefecer de alguns dias para cá.
- À pouco, enquanto eu estava a gravar, o Kenny entrou na gravadora. E tu... bem... pareceu-me que ficaste um bocado nervoso e tal...
- Pois foi. O Kenny veio-me avisar que entraram dois homens desconhecidos pelos portões da frente e logo a seguir entrou aquela multidão de fãs atrás deles. Ele e os outros seguranças acharam que tinham sido os homens desconhecidos a abri-los de alguma forma. Só que, como não estamos muito habituados a este tipo de acontecimentos, não estavam seguranças suficientes prontos para parar tanta gente. Dois foram falar com os dois homens para os tentar mandar embora enquanto os outros tinham ficado à entrada do edifício para tentar impedir a multidão de entrar. O Kenny estava a tentar mandar os paparazzis embora e acabou por ver os dois seguranças a serem postos inconscientes pelos dois homens que entraram aqui no recinto. Por isso, ele veio cá acima informar-me do sucedido e eu liguei para a polícia a pedir reforços e eles disseram que estariam aqui em vinte minutos. Estou a contar com isso porque não creio que o Kenny vá aguentar com aqueles dois brutamontes sozinho. - Completou apontando para três figuras no meio do pátio. Um pouco afastados deles estavam dois corpos estendidos no chão, inconscientes.
O meu coração acelerou quando o vi a defender-se dos golpes dos outros dois brutamontes. Ele era meu amigo e estava sozinho e eu não podia fazer nada para o ajudar.
- Não te preocupes Justin. Os reforços devem estar a chegar e tu sabes que o Kenny consegue lidar com eles enquanto a polícia não chega. - Disse Scooter olhando para mim, tentando transmitir-me alguma confiança.
Fiquei a olhar para a cena de luta que decorria lá em baixo. Kenny estava em visível desvantagem mas ele desviava-se dos socos e pontapés e tentava revidar. Ele tentava incapacitar o adversário mas como eram dois, era-lhe mais difícil fazê-lo. Mas foi então que vi uma figura baixa e igualmente vestida de preto.
- Scooter... Acho que temos ali mais um. - Avisei apontando para a pequena figura que se aproximava rapidamente da luta a três.
- Uma queres tu dizer. Se olhares com atenção, vais-te aperceber que um corpo com aquelas curvas na cintura não pode pertencer a um homem. Para além das ancas serem largas e de a estrutura física não ter nada a ver com os dois brutamontes. Mas não me parece que ela faça parte do grupo apesar de ter roupa preta. Repara no que ela está a fazer.
Olhei mais uma vez para baixo e deparei-me com uma cena um pouco estranha e fora do comum. A tal rapariga tinha tanto um pontapé nas costas de um dos homens com tanta força que o tinha feito ido parar ao chão de cara. Entretanto, Kenny lutava contra o outro homem, distribuindo um no outro, socos e murros por tudo o que era corpo. A rapariga subiu em cima do homem que ainda estava no chão e sentou-se em cima das suas costas, torcendo-lhe o braço atrás das costas e inclinando-se para perto da sua orelha. Estava provavelmente a dizer-lhe alguma coisa pois o homem contorceu-se por baixo dela. Fez-se ouvir um grunhido de dor suficientemente alto para se ouvir da varanda onde nós observávamos e eu desviei o olhar instintivamente para Kenny. Arregalei os olhos quando vi o que tinha acontecido. O homem tinha conseguido dar um pontapé no meio das pernas do meu segurança e tinha-o incapacitado no chão. De seguida, bateu-lhe com algo que eu não consegui ver na cabeça e vi Kenny ficar imóvel.
- Raios! - Exclamou Scooter ao meu lado. - O Kenny não! Onde é que se enfiou a polícia? - Olhou para o relógio de pulso. - E onde é que já foram os vinte minutos!!
A rapariga não teve muito mais sorte. O homem que lutava com Kenny tinha investido contra ela, fazendo-a sair de cima do outro e solta-lo para se proteger do ataque. O que estava em pé, ajudou o outro a levantar-se, o que não foi fácil já que ele não parava de esfregar o ombro e o peito, cheio de dores. A rapariga tirou algo que tinha às costas e pousou no chão, aproveitando o momento e tirou algo lá de dentro, guardando noutro sítio que não consegui perceber.
Ouviu-se o som das sirenes a poucos metros de distância e eu suspirei aliviado. Agora é que aquilo ia finalmente acabar.
- Ainda não acabou. - Disse Scooter, com uma voz tão sombria que não parecia ele. Olhei novamente para a luta e fiquei mais uma vez surpreendido.
Ao contrário do que eu tinha pensado, os dois homens não tinham fugido para se esconderem da polícia. Pelo contrário, eles investiram na rapariga que agora estava sozinha na luta contra os outros dois. Os seguranças tinham conseguido tirar toda a gente de dentro do edifício mas os paparazzis mudaram de alvo para fotografias. Tenho a certeza que a quantidade de fotos da luta que estava a decorrer era suficiente para fazer um filme de meia hora.
A rapariga desviava-se facilmente dos dois brutamontes que tentavam aplicar-lhe socos e rasteiras, claro que, sem sucesso algum. Ela parecia preparada para aquele tipo de coisas e, por cada movimento que eles faziam, choviam flashes para cima deles. Os carros da polícia pararam à entrada do portão pis não conseguiam entrar por causa da multidão. Os polícias saíram dos carros com armas em punho e obrigaram a multidão a afastar-se.
Um dos homens distraiu-se com as sirenes e esse foi o fim dele pois a rapariga aproveitou para o deitar ao chão com um murro no nariz e um pontapé no meio das pernas, o que o fez dobrar-se até ficar de joelhos e com a testa apoiada no chão. O outro homem investiu nela, agora que estava de costas, mas esta, de alguma forma, previu o que ele ia fazer e virou dando-lhe um murro certeiro no estômago. Quando a polícia chegou ao centro da luta, tiraram os homens dali e enfiaram-nos no carro, depois de lhes porem algemas mas houve um que encarava a rapariga. Nenhum deles se mexeu. O resto dos reforços mandava a multidão embora do recinto e em poucos minutos a missão estava completa. No pátio estava apenas a rapariga e o polícia.
- Vamos descer. - Disse.
- Esp... - Não lhe dei tempo de terminar. Saí da varanda a correr e entrei dentro do edifício. Fui até ao elevador e carreguei no botão, mas, como este estava no piso 0, decidi ir pelas escadas. Desci-las a correr o mais rápido que conseguia, sem tropeçar e cheguei lá abaixo em pouco mais de dois minutos.
Procurei a saída do edifício e empurrei as portas de vidro dando-me passagem para o exterior. Atrás de mim, apareceu Scooter.
- Como é qu...
- O elevador é sempre mais rápido. - Disse ele. - Vamos ter com ele.
Ele saiu de ao pé de mim e dirigiu-se rapidamente para perto do polícia, que estava de costas para nós e que ainda encarava a rapariga. Apressei-me a segui-lo. Agora que a via mais de perto, percebi que usava uns óculos escuros um pouco estranhos pois tinham um formato diferente e não deixavam transparecer nem um pouco dos seus olhos. A roupa que ela usava ficava-lhe justa ao corpo e era também muito estranha pois nunca tinha visto ninguém andar assim vestido, assim como nunca vi aquele tipo de tecido. Ela calçava botas igualmente pretas com um solta baixo mas que parecia suficientemente sólido para deixar marcas no rosto de alguém. Não queria imaginar a dor que aquele homem devia estar a sentir por causa do pontapé dela.
Ela olhou para mim e para Scooter - pelo menos foi o que pareceu - mas demorou o olhar em mim. Provavelmente tinha-me reconhecido ou algo do género pois vi-a a erguer as sobrancelhas. Ela deu um passo na minha direção um pouco relutante e eu senti algo na minha testa. Como se esta estivesse a ferver apenas num pouco o que ma fez esfregá-la com a mão. Fui empurrado para trás ao mesmo tempo que ouvia um som muito familiar. Tinha-o ouvido várias vezes quando ia ver filmes de ação e lutas. Tinha sido o som de uma arma a ser disparada. Só me dei conta do que aconteceu quando caí de costas do chão e senti um corpo ao meu lado. Sentei-me um pouco tonto e reparei que o ardor na minha testa tinha desaparecido.
- Oh meu Deus! - Exclamou o agente da polícia a olhar para algo do meu lado direito.
Fiquei um pouco confuso mas olhei na mesma, com um pouco de receio do que podia encontrar. Ao meu lado, deitada no chão, estava a rapariga que tinha ajudado Kenny a ver-se livre daqueles dois intrusos e ela estava a sangrar do ombro direito. O tiro... O ardor na minha testa... Foi aí que tudo fez sentido. Alguém andava atrás de mim... para me matar. Tentei tocar na rapariga mas mãos afastaram-me dela.
- Afaste-se Sr. Bieber. Vamos chamar os paramédicos. - Disse alguém.
Vi o agentes da polícia a falar ao telemóvel e vi Scooter ser levado para dentro de um carro da polícia. Fui levado para o mesmo carro que ele e obrigaram-me a entrar. Olhei pela janela do carro e vi a ambulância a chegar e os paramédicos a levarem a rapariga numa maca para dentro da ambulância. Ela mantinha os olhos abertos e não demonstrava dor nas suas feições apesar de as suas mãos estarem fechadas num punho. Ela olhava para toda a gente com um olhar perdido, como se não soubesse o que estava acontecer. Mas não pude ver mais nada. Ela foi levada para o Hospital e eu e Scooter fomos escoltados até à minha casa.
Eu só sabia que... Estava a dever a minha vida àquela rapariga, da qual não sei o nome.
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Está aqui o 3º capítulo leitoras espero que tenham gostado!! :) Foi o maior que eu já escrevi até agora, quer dizer, 5837 palavras? Nunca tinha escrito tanto num só capítulo!
Vou estar uma semana fora do país como já tinha dito, por isso não vou conseguir publicar mais nenhum capítulo. E quando eu voltar, as aulas vão recomeçar e vai ser um pouco difícil por quase das aulas e blá blá blá... Já sabem a história toda
Gostava que deixem-se os vossos comentários sobre o que estão a achar da fic. Não me importo que seja um "continua" ou um "pára que isso está horrível". Eu só queria a vossa opinião para saber se estão a gostar ou não do que eu escrevo.
Obrigada leitoras!
Beijos, vemo-nos no próximo capítulo!
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