Aviso:
Bem queridas leitoras, é assim...
Eu tou doente e sem imaginação, por isso é provável eu não postar nos próximos dias.
Desculpem mas eu prometo que depois compenso.
Xoxo Mada.
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Agente 0747 - O Predador (Cap3)
Capítulo 3 (5837 palavras)
Lauren Adams's POV
Dia seguinte...
Atlanta vista por dentro parecia muito maior do que na realidade era. Das janelas dos altos prédios que pareciam rasgar o céu, saiam luzes fortes e amarelas que chegavam a iluminar um pouco da fachada em redor das próprias janelas. As ruas eram muito movimentadas, cheias de carros e as pessoas andavam apressadas pelos passeios e pelas passadeiras. Aquele devia ser uma dia de trabalho, afinal, de acordo com o meu relógio de pulso, era sexta-feira. As lojas estavam sempre com cinco clientes no mínimo e cada uma vendia uma coisa diferente da anterior. A minha sorte era que o telemóvel que eu trazia na minha mochila tinha GPS, senão, não encontraria o caminho para sair daquele labirinto modernizado.
Entrei num parque que havia um pouco mais afastado dos prédios e sentei-me na base de uma árvore que lá havia. Posei a mochila no chão e tirei o ficheiro com as informações do meu protegido de lá de dentro. Ainda só tinha dado uma vista de olhos naqueles papéis e precisava de decorar todo o tipo de informações sobre ele e as pessoas mais chegadas ao próprio. Li e reli aquele ficheiro até conseguir adquirir toda a informação básica, protegida dos raios solares que estavam fortes àquela hora do dia.
Fechei os olhos durante alguns segundos e repeti tudo o que tinha lido na minha mente. Estava sozinha agora: Independente e livre. Podia ir divertir-me como nunca antes me diverti enquanto estava naquela cidade mas a minha missão impedia-me de o fazer. Mesmo que tenta-se fugir da minha vida, o Sr. Rigby encontraria uma maneira de me apanhar. Eu tinha o dever de proteger uma pessoa e a sua família e amigos se fosse necessário e eu não podia falhar em algo como aquilo. Vidas de pessoas estavam em risco.
Estava a preparar-me para dormir um pouco mas algo interrompeu o meu desejo. Senti algo a encostar-se aos meus pés e entreabri um dos olhos, preguiçosamente. Era algo com forma esférica e tinha formas hexagonais pretas e brancas desenhadas na sua superfície. Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Abri os dois olhos completamente e inclinei-me para pegar naquele estranho objeto. A sua textura fez-me concluir que era feita de borracha e que a esfera estava cheia de ar no seu interior. Levantei-me e olhei para os dois lados à procura do dono daquele objeto. Só vi uma criança pequena a correr na minha direção e a chegar ofegante aos meus pés. O rapazinho dava-me um pouco abaixo da cintura e arfava da corrida que tinha feito.
- Can you give the ball, please? - Pediu ele timidamente.
A escuta que eu tinha posta atrás da orelha apressou-se a traduzir o que o rapazinho tinha dito. Nas aulas que eu tinha no campus, nós levávamos escutas postas nas orelhas e apenas aprendíamos a falar a língua enquanto que a escuta fazia o trabalho da tradução para a nossa língua. "Podes-me dar a bola, por favor?" Foi isso que ele disse. Por um momento fiquei confusa. "Bola? Que é isso?" Pensei. Só depois me apercebi e baixei-me até ficar da altura dele.
- É tua? - Perguntei, sorrindo-lhe e estendendo o objeto nas minhas mãos na sua direção.
Ele acenou afirmativamente com a cabeça e pegou na tal "bola" das minhas mãos, sorrindo também.
- Jaxon! Andá cá! - Ouvi a escuta a traduzir de alguém que se aproximava.
O rapazinho olhou para trás e sorriu novamente para quem se aproximava.
- Peço muitas desculpas. O meu irmão é muito desastrado. - Disse a mesma voz enquanto pegava no rapazinho ao colo.
Olhei para cima para olhar para quem tinha falado, mas tive de franzir os olhos ligeiramente por causa do Sol. Pude então distinguir uma figura alta de um rapaz, que era definitivamente mais velho que eu. O cabelo estava um pouco despenteado e a parte da frente tinha uma forma estranha: Parecia uma polpa de cabelo dourado. Soltei um grito interiormente e o meu coração acelerou. Era ele! Era o meu protegido! A figura à minha frente correspondia exatamente à descrição do ficheiro e a fotografia era extremamente parecida. Não havia espaço para dúvidas. Era ele. Tinha de ser ele!
Entrei num parque que havia um pouco mais afastado dos prédios e sentei-me na base de uma árvore que lá havia. Posei a mochila no chão e tirei o ficheiro com as informações do meu protegido de lá de dentro. Ainda só tinha dado uma vista de olhos naqueles papéis e precisava de decorar todo o tipo de informações sobre ele e as pessoas mais chegadas ao próprio. Li e reli aquele ficheiro até conseguir adquirir toda a informação básica, protegida dos raios solares que estavam fortes àquela hora do dia.
Fechei os olhos durante alguns segundos e repeti tudo o que tinha lido na minha mente. Estava sozinha agora: Independente e livre. Podia ir divertir-me como nunca antes me diverti enquanto estava naquela cidade mas a minha missão impedia-me de o fazer. Mesmo que tenta-se fugir da minha vida, o Sr. Rigby encontraria uma maneira de me apanhar. Eu tinha o dever de proteger uma pessoa e a sua família e amigos se fosse necessário e eu não podia falhar em algo como aquilo. Vidas de pessoas estavam em risco.
Estava a preparar-me para dormir um pouco mas algo interrompeu o meu desejo. Senti algo a encostar-se aos meus pés e entreabri um dos olhos, preguiçosamente. Era algo com forma esférica e tinha formas hexagonais pretas e brancas desenhadas na sua superfície. Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Abri os dois olhos completamente e inclinei-me para pegar naquele estranho objeto. A sua textura fez-me concluir que era feita de borracha e que a esfera estava cheia de ar no seu interior. Levantei-me e olhei para os dois lados à procura do dono daquele objeto. Só vi uma criança pequena a correr na minha direção e a chegar ofegante aos meus pés. O rapazinho dava-me um pouco abaixo da cintura e arfava da corrida que tinha feito.
- Can you give the ball, please? - Pediu ele timidamente.
A escuta que eu tinha posta atrás da orelha apressou-se a traduzir o que o rapazinho tinha dito. Nas aulas que eu tinha no campus, nós levávamos escutas postas nas orelhas e apenas aprendíamos a falar a língua enquanto que a escuta fazia o trabalho da tradução para a nossa língua. "Podes-me dar a bola, por favor?" Foi isso que ele disse. Por um momento fiquei confusa. "Bola? Que é isso?" Pensei. Só depois me apercebi e baixei-me até ficar da altura dele.
- É tua? - Perguntei, sorrindo-lhe e estendendo o objeto nas minhas mãos na sua direção.
Ele acenou afirmativamente com a cabeça e pegou na tal "bola" das minhas mãos, sorrindo também.
- Jaxon! Andá cá! - Ouvi a escuta a traduzir de alguém que se aproximava.
O rapazinho olhou para trás e sorriu novamente para quem se aproximava.
- Peço muitas desculpas. O meu irmão é muito desastrado. - Disse a mesma voz enquanto pegava no rapazinho ao colo.
Olhei para cima para olhar para quem tinha falado, mas tive de franzir os olhos ligeiramente por causa do Sol. Pude então distinguir uma figura alta de um rapaz, que era definitivamente mais velho que eu. O cabelo estava um pouco despenteado e a parte da frente tinha uma forma estranha: Parecia uma polpa de cabelo dourado. Soltei um grito interiormente e o meu coração acelerou. Era ele! Era o meu protegido! A figura à minha frente correspondia exatamente à descrição do ficheiro e a fotografia era extremamente parecida. Não havia espaço para dúvidas. Era ele. Tinha de ser ele!
Cinco dias depois...
Justin Bieber's POV
Estávamos a gravar o acústico de "She Don't Like The Lights" no estúdio até que vi Kenny entrar na gravadora, apressado. Claro que eu não parei de cantar; sabia que não me podia distrair com uma coisa como aquelas. Mas já estava habituado a entradas súbitas como estas, só que Kenny nunca o fazia e isso fez-me suspeitar um pouco do seu comportamento.
"She's giving ultimatums, she don't like this life
She said if I loved her, I'd give up won't think twice
I can't do that"
Através do vidro à prova de som, via Kenny a falar com Scooter, que também estava presente. Ele ofegava e a sua boca mexia-se tão rapidamente que eu não conseguia ler-lhe os lábios. Scooter levantou-se com os olhos muitos abertos, que demonstravam surpresa, e tirou o seu telemóvel do bolso das calças. Vi-o marcar uma número e encostar o aparelho ao ouvido logo a seguir.
Agora é que eu estava mesmo curioso para saber o que se estava a passar do outro lado do vidro. Deve ter acontecido alguma coisa senão Scooter não tinha ficado daquela forma. Apetecia-me sair em disparada daquela sala e ir perguntar-lhes o que tinha acontecido mas esta era a quarta vez que gravávamos esta música em acústico. A minha voz não tem andado bem comigo nestes últimos dias e é por isso que temos de repetir as gravações.
"How can I choose between the two
One of the nights I'll run right now
I wish she could see, how good this can be
I hope she waits a little bit longer
'Cause I don't wanna live this life, without her by my side
'Cause she gets the lights that is in me
But she don't know"
Estava quase a acabar a música e Scooter ainda não tinha terminado a chamada. Kenny tinha-se sentado numa das cadeiras e estava com o queixo apoiado mas mãos e com os cotovelos apoiados nos joelhos. Ele parecia nervoso e Scooter não estava diferente. Enquanto falava ao telemóvel, andava de um lado para o outro na sala e o resto do pessoal que lá estava a tratar do som já estava a ficar ligeiramente irritado com aquilo. "Depois não me culpem se a gravação correr mal!" Pensei enquanto cantava.
Ri internamente com a cens e finalizei a canção com uma:
"She don't like the lights
She don't like the lights"
Esperei mais uns segundos até que um dos homens com os auscultadores do outro lado do vidro me fez sinal com a mão a indicar que a música tinha acabado. Tirei os auscultadores com calma por causa dos fios e pousei-os em cima de uma mesa ao canto da sala. Fui até à porta e abri-a de rompante. Scooter assustou-se com o meu movimento brusco e eu vi, com desilusão, que Kenny já tinha saído da sala. Vi Scooter parar de falar durante um momento por causa do susto, mas recomeçou quando a pessoa do outro lado do telemóvel falou mais alto, chamando assim a sua atenção. Scooter foi ate à porta que dava para o corredor, abriu-a e saiu da sala, fechando a porta logo em seguida.
- O que é que se passa? - Perguntei para ninguém em especial.
- Acho que houve um problema qualquer lá em baixo. Não percebi nada do que o Kenny disse, ele estava a falar muito depressa. - Responde alguém que eu não me dei ao trabalho de saber quem era.
- Hum... - Foi a única coisa que disse.
Eles disseram-me os resultados da gravação e concluímos finalmente que esta já estava boa o suficiente para entrar no novo Álbum. Estávamos a discutir num tom amigável qual era o melhor sabor de gelado quando Scooter entrou na sala de rompante.
- Temos de ir Justin. Já acabaram as gravações?
Todos na sala assentiram.
- Ótimo. Encontramo-nos em tua casa daqui a uma hora e quero-te ver lá porque temos de ter uma conversa. - Disse Scooter saindo da sala em seguida.
Ok, aquilo foi estranho. Ele nunca falou assim comigo; Só quando eu fazia asneiras e ia tudo parar à imprensa, mas eu juro pela vida da minha família que não fiz nada desta vez.
Encolhi os ombros e despedi-me o pessoal. Saí da sala das gravações, atravessei o corredor do edifício e desci as escadas até ao piso 0. Não fui pelo elevador porque sou claustrofóbico e não me enfio dentro de um elevador nem que me paguem. Eram imensos degraus pelo facto de estarmos no piso quatro e tive de os descer a correr porque quando o Scooter diz para não me atrasar, é melhor não me atrasar mesmo.
Quando acabaram os degraus caminhei mais um pouco e virei numa esquina que dava para a entrada do edifício. E fiquei sem reação quando vi o que estava a acontecer. Estava uma multidão de paparazzis e de fãs a tentar entrar dentro do edifício. Os guardas que tentavam impedir a sua entrada não eram suficientes para deter tanta gente e quando uma fã histérica me viu através das portas de vidro, saltou literalmente contras as portas não dando tempo ao guarda de a impedir. O mesmo fizeram muitas outras e os paparazzis vieram logo a seguir. Olhei em volta e tentava não parecer desesperado enquanto procurava Kenny por todos os cantos da entrada, mas não encontrei ninguém.
- Ele está ali! É ele! É o Justin Bieber! - Ouvi alguém gritar histericamente e foi aí que eu entrei em pânico. Os seguranças que tentavam controlar a multidão olharam na minha direção e arregalaram os olhos.
Não que eu tenha medo dos fãs, nada disso, eu amo as minhas beliebers, mas ver uma multidão a tua procura não é uma coisa boa de se ver. Só de pensar no que elas podem fazer para te tocar... Um arrepio subiu-me pela espinha e virei-me para voltar para as escadas novamente. Eu não ia correr. Isso não. Elas podiam pensar que eu estava a fugir e eu não queria isso. Olhei para trás e vi, para o meu desespero que os seguranças já não estavam à vista e que a multidão de paparazzis e fãs entravam dentro do edifício como se o próprio lhes pertencesse.
"Raios!" Pensei enquanto o meu corpo era envolvido pelo pânico da situação. A multidão de raparigas e de fotógrafos aproximava-se rapidamente. O barulho da gritaria era insuportável. "Onde é que está o Kenny quando mais preciso dele? E onde é que foi o Scooter? Como é que ninguém ouve esta barulheira?"
- Ok pessoal tenham calma! Vamos com calma!! - Eu tentava fazer com que eles me ouvissem mas não parecia estar a dar resultado.
Quando me apercebi estava encostado à porta metálica do elevador completamente encurralado enquanto choviam flashes de todas as câmaras e as raparigas me tocavam como se não houvesse amanhã. Os meus olhos já ardiam de tantos flashes e eu só via mãos e todo o tipo de objetos a voar à minha volta. Para dizer a verdade não sabia o que era pior: os paparazzis que pareciam que me queriam cegar ou as fãs a tentar tocar-me.
Até que a minha salvação chegou. Quero dizer, mais ou menos. Fui surpreendido ao perder o apoio das minhas costas e senti a minha cabeça bater com força contra o chão duro e frio do interior do elevador. Ouvi as portas fecharem-se e os barulhos e os gritos ficaram mais abafados. Ouvi alguém carregar num botão do elevador e senti o mesmo subir.
- Justin?
Abri os olhos dolorosamente e tentei focar a minha visão. Era Scooter que estava no elevador comigo mas só o reconheci pela voz. Os meus olhos ainda estavam doloridos e eu só conseguia distinguir pontos coloridos em vez de imagens distintas.
- O que é que se passou? - Perguntou Scooter. Senti-o a pegar nos meus braços e a erguer-me do chão. - E porque é que estás sem camisa?
- O quê? - Perguntei confuso. Esfreguei os olhos com força e esperei um pouco até a minha visão voltar ao normal. Depois, olhei para baixo para confirmar o que ele tinha dito. Era verdade. Já não tinha a minha camisa vestida; Uma das fãs deve ter conseguido tirar-ma no meio da confusão. - Eu não sei o que aconteceu, foi tudo demasiado rápido. Desci ao piso 0 para ir para o meu carro mas quando cheguei à porta estava uma multidão a tentar passar pelos seguranças. Só que as fãs viram-me e não sei o que aconteceu aos seguranças mas aquela gente toda conseguiu entrar e eu fui rodeado. Fui literalmente atacado por uma multidão de fãs e paparazzis! Doem-me os olhos, a cabeça e doi-me o corpo todo e nem sei porquê! Onde raio é que está o Kenny?
- Acho que tens de vir comigo.
O elevador parou e as portas abriram-se mas Scooter voltou a fechá-las e carregou no botão que indicava o último andar. Foi aí que me lembrei que estava dentro de um elevador.
"Sem stress. Fecha os olhos. Finge que não estás dentro do elevador que pode parar a qualquer momento." Pensei, mas isso não resultou. "Ora, raios!" Senti as minhas mãos suar e o meu coração a bater tão depressa que parecia querer saltar do peito. As paredes pareciam contraír-se e o teto parecia que se estava a aproximar da minha cabeça. Senti as minhas pernas tremer e a boca a ficar seca. Segurei-me com força ao corrimão que havia encostado à parede e encostei a testa à parede fria do elevador, tentando afastar todos esses pensamentos.
- Estamos quase Justin. - Disse Scooter apertando-me o ombro.
Limitei-me a assentir com a cabeça enquanto fechava os olhos com força. E foi com alívio que ouvi o som típico que anunciava que o elevador tinha chegado ao seu destino. Ouvi as portas abrirem-se e lancei-me literalmente para fora do elevador sendo acompanhado por Scooter que não mostrava nenhuma emoção no rosto. Dobrei-me para a frente e apoiei as mãos nos joelhos tentando acalmar a respiração e os batimentos cardíacos.
Senti uma brisa fria nas minhas costas nuas e endireitei-me para ver de onde vinha. Scooter tinha aberto a janela que dava para uma larga varanda, já que o último piso era o mais pequeno de todos. Segui-o e entrei na varanda. Vi-o inclinado por cima do corrimão e ele parecia atento a ver alguma coisa lá em baixo e eu fiz o mesmo, para saber o tanto ele olhava. À entrada do edifício via-se o resto da multidão que não tinha conseguido entrar porque o piso 0 já estava cheio.
- Eles não conseguem entrar no elevador? - Perguntei, um pouco apreensivo.
- Não. Pelo menos espero que os seguranças os consigam tirar dali antes que o elevador que apanhámos agora tenha tempo para descer.
- E as escadas?
- É provável que as utilizem. Mas os reforços já vêm a caminho. - Respondeu, encolhendo os ombros. Senti outra brisa fria e o meu corpo arrepiou-se. Estávamos em Setembro e o tempo não estava dos melhores, apesar de estar céu parcialmente limpo. O ar estava frio, e tem andado a arrefecer de alguns dias para cá.
- À pouco, enquanto eu estava a gravar, o Kenny entrou na gravadora. E tu... bem... pareceu-me que ficaste um bocado nervoso e tal...
- Pois foi. O Kenny veio-me avisar que entraram dois homens desconhecidos pelos portões da frente e logo a seguir entrou aquela multidão de fãs atrás deles. Ele e os outros seguranças acharam que tinham sido os homens desconhecidos a abri-los de alguma forma. Só que, como não estamos muito habituados a este tipo de acontecimentos, não estavam seguranças suficientes prontos para parar tanta gente. Dois foram falar com os dois homens para os tentar mandar embora enquanto os outros tinham ficado à entrada do edifício para tentar impedir a multidão de entrar. O Kenny estava a tentar mandar os paparazzis embora e acabou por ver os dois seguranças a serem postos inconscientes pelos dois homens que entraram aqui no recinto. Por isso, ele veio cá acima informar-me do sucedido e eu liguei para a polícia a pedir reforços e eles disseram que estariam aqui em vinte minutos. Estou a contar com isso porque não creio que o Kenny vá aguentar com aqueles dois brutamontes sozinho. - Completou apontando para três figuras no meio do pátio. Um pouco afastados deles estavam dois corpos estendidos no chão, inconscientes.
O meu coração acelerou quando o vi a defender-se dos golpes dos outros dois brutamontes. Ele era meu amigo e estava sozinho e eu não podia fazer nada para o ajudar.
- Não te preocupes Justin. Os reforços devem estar a chegar e tu sabes que o Kenny consegue lidar com eles enquanto a polícia não chega. - Disse Scooter olhando para mim, tentando transmitir-me alguma confiança.
Fiquei a olhar para a cena de luta que decorria lá em baixo. Kenny estava em visível desvantagem mas ele desviava-se dos socos e pontapés e tentava revidar. Ele tentava incapacitar o adversário mas como eram dois, era-lhe mais difícil fazê-lo. Mas foi então que vi uma figura baixa e igualmente vestida de preto.
- Scooter... Acho que temos ali mais um. - Avisei apontando para a pequena figura que se aproximava rapidamente da luta a três.
- Uma queres tu dizer. Se olhares com atenção, vais-te aperceber que um corpo com aquelas curvas na cintura não pode pertencer a um homem. Para além das ancas serem largas e de a estrutura física não ter nada a ver com os dois brutamontes. Mas não me parece que ela faça parte do grupo apesar de ter roupa preta. Repara no que ela está a fazer.
Olhei mais uma vez para baixo e deparei-me com uma cena um pouco estranha e fora do comum. A tal rapariga tinha tanto um pontapé nas costas de um dos homens com tanta força que o tinha feito ido parar ao chão de cara. Entretanto, Kenny lutava contra o outro homem, distribuindo um no outro, socos e murros por tudo o que era corpo. A rapariga subiu em cima do homem que ainda estava no chão e sentou-se em cima das suas costas, torcendo-lhe o braço atrás das costas e inclinando-se para perto da sua orelha. Estava provavelmente a dizer-lhe alguma coisa pois o homem contorceu-se por baixo dela. Fez-se ouvir um grunhido de dor suficientemente alto para se ouvir da varanda onde nós observávamos e eu desviei o olhar instintivamente para Kenny. Arregalei os olhos quando vi o que tinha acontecido. O homem tinha conseguido dar um pontapé no meio das pernas do meu segurança e tinha-o incapacitado no chão. De seguida, bateu-lhe com algo que eu não consegui ver na cabeça e vi Kenny ficar imóvel.
- Raios! - Exclamou Scooter ao meu lado. - O Kenny não! Onde é que se enfiou a polícia? - Olhou para o relógio de pulso. - E onde é que já foram os vinte minutos!!
A rapariga não teve muito mais sorte. O homem que lutava com Kenny tinha investido contra ela, fazendo-a sair de cima do outro e solta-lo para se proteger do ataque. O que estava em pé, ajudou o outro a levantar-se, o que não foi fácil já que ele não parava de esfregar o ombro e o peito, cheio de dores. A rapariga tirou algo que tinha às costas e pousou no chão, aproveitando o momento e tirou algo lá de dentro, guardando noutro sítio que não consegui perceber.
Ouviu-se o som das sirenes a poucos metros de distância e eu suspirei aliviado. Agora é que aquilo ia finalmente acabar.
- Ainda não acabou. - Disse Scooter, com uma voz tão sombria que não parecia ele. Olhei novamente para a luta e fiquei mais uma vez surpreendido.
Ao contrário do que eu tinha pensado, os dois homens não tinham fugido para se esconderem da polícia. Pelo contrário, eles investiram na rapariga que agora estava sozinha na luta contra os outros dois. Os seguranças tinham conseguido tirar toda a gente de dentro do edifício mas os paparazzis mudaram de alvo para fotografias. Tenho a certeza que a quantidade de fotos da luta que estava a decorrer era suficiente para fazer um filme de meia hora.
A rapariga desviava-se facilmente dos dois brutamontes que tentavam aplicar-lhe socos e rasteiras, claro que, sem sucesso algum. Ela parecia preparada para aquele tipo de coisas e, por cada movimento que eles faziam, choviam flashes para cima deles. Os carros da polícia pararam à entrada do portão pis não conseguiam entrar por causa da multidão. Os polícias saíram dos carros com armas em punho e obrigaram a multidão a afastar-se.
Um dos homens distraiu-se com as sirenes e esse foi o fim dele pois a rapariga aproveitou para o deitar ao chão com um murro no nariz e um pontapé no meio das pernas, o que o fez dobrar-se até ficar de joelhos e com a testa apoiada no chão. O outro homem investiu nela, agora que estava de costas, mas esta, de alguma forma, previu o que ele ia fazer e virou dando-lhe um murro certeiro no estômago. Quando a polícia chegou ao centro da luta, tiraram os homens dali e enfiaram-nos no carro, depois de lhes porem algemas mas houve um que encarava a rapariga. Nenhum deles se mexeu. O resto dos reforços mandava a multidão embora do recinto e em poucos minutos a missão estava completa. No pátio estava apenas a rapariga e o polícia.
- Vamos descer. - Disse.
- Esp... - Não lhe dei tempo de terminar. Saí da varanda a correr e entrei dentro do edifício. Fui até ao elevador e carreguei no botão, mas, como este estava no piso 0, decidi ir pelas escadas. Desci-las a correr o mais rápido que conseguia, sem tropeçar e cheguei lá abaixo em pouco mais de dois minutos.
Procurei a saída do edifício e empurrei as portas de vidro dando-me passagem para o exterior. Atrás de mim, apareceu Scooter.
- Como é qu...
- O elevador é sempre mais rápido. - Disse ele. - Vamos ter com ele.
Ele saiu de ao pé de mim e dirigiu-se rapidamente para perto do polícia, que estava de costas para nós e que ainda encarava a rapariga. Apressei-me a segui-lo. Agora que a via mais de perto, percebi que usava uns óculos escuros um pouco estranhos pois tinham um formato diferente e não deixavam transparecer nem um pouco dos seus olhos. A roupa que ela usava ficava-lhe justa ao corpo e era também muito estranha pois nunca tinha visto ninguém andar assim vestido, assim como nunca vi aquele tipo de tecido. Ela calçava botas igualmente pretas com um solta baixo mas que parecia suficientemente sólido para deixar marcas no rosto de alguém. Não queria imaginar a dor que aquele homem devia estar a sentir por causa do pontapé dela.
Ela olhou para mim e para Scooter - pelo menos foi o que pareceu - mas demorou o olhar em mim. Provavelmente tinha-me reconhecido ou algo do género pois vi-a a erguer as sobrancelhas. Ela deu um passo na minha direção um pouco relutante e eu senti algo na minha testa. Como se esta estivesse a ferver apenas num pouco o que ma fez esfregá-la com a mão. Fui empurrado para trás ao mesmo tempo que ouvia um som muito familiar. Tinha-o ouvido várias vezes quando ia ver filmes de ação e lutas. Tinha sido o som de uma arma a ser disparada. Só me dei conta do que aconteceu quando caí de costas do chão e senti um corpo ao meu lado. Sentei-me um pouco tonto e reparei que o ardor na minha testa tinha desaparecido.
- Oh meu Deus! - Exclamou o agente da polícia a olhar para algo do meu lado direito.
Fiquei um pouco confuso mas olhei na mesma, com um pouco de receio do que podia encontrar. Ao meu lado, deitada no chão, estava a rapariga que tinha ajudado Kenny a ver-se livre daqueles dois intrusos e ela estava a sangrar do ombro direito. O tiro... O ardor na minha testa... Foi aí que tudo fez sentido. Alguém andava atrás de mim... para me matar. Tentei tocar na rapariga mas mãos afastaram-me dela.
- Afaste-se Sr. Bieber. Vamos chamar os paramédicos. - Disse alguém.
Vi o agentes da polícia a falar ao telemóvel e vi Scooter ser levado para dentro de um carro da polícia. Fui levado para o mesmo carro que ele e obrigaram-me a entrar. Olhei pela janela do carro e vi a ambulância a chegar e os paramédicos a levarem a rapariga numa maca para dentro da ambulância. Ela mantinha os olhos abertos e não demonstrava dor nas suas feições apesar de as suas mãos estarem fechadas num punho. Ela olhava para toda a gente com um olhar perdido, como se não soubesse o que estava acontecer. Mas não pude ver mais nada. Ela foi levada para o Hospital e eu e Scooter fomos escoltados até à minha casa.
Eu só sabia que... Estava a dever a minha vida àquela rapariga, da qual não sei o nome.
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Está aqui o 3º capítulo leitoras espero que tenham gostado!! :) Foi o maior que eu já escrevi até agora, quer dizer, 5837 palavras? Nunca tinha escrito tanto num só capítulo!
Vou estar uma semana fora do país como já tinha dito, por isso não vou conseguir publicar mais nenhum capítulo. E quando eu voltar, as aulas vão recomeçar e vai ser um pouco difícil por quase das aulas e blá blá blá... Já sabem a história toda
Gostava que deixem-se os vossos comentários sobre o que estão a achar da fic. Não me importo que seja um "continua" ou um "pára que isso está horrível". Eu só queria a vossa opinião para saber se estão a gostar ou não do que eu escrevo.
Obrigada leitoras!
Beijos, vemo-nos no próximo capítulo!
- Eles não conseguem entrar no elevador? - Perguntei, um pouco apreensivo.
- Não. Pelo menos espero que os seguranças os consigam tirar dali antes que o elevador que apanhámos agora tenha tempo para descer.
- E as escadas?
- É provável que as utilizem. Mas os reforços já vêm a caminho. - Respondeu, encolhendo os ombros. Senti outra brisa fria e o meu corpo arrepiou-se. Estávamos em Setembro e o tempo não estava dos melhores, apesar de estar céu parcialmente limpo. O ar estava frio, e tem andado a arrefecer de alguns dias para cá.
- À pouco, enquanto eu estava a gravar, o Kenny entrou na gravadora. E tu... bem... pareceu-me que ficaste um bocado nervoso e tal...
- Pois foi. O Kenny veio-me avisar que entraram dois homens desconhecidos pelos portões da frente e logo a seguir entrou aquela multidão de fãs atrás deles. Ele e os outros seguranças acharam que tinham sido os homens desconhecidos a abri-los de alguma forma. Só que, como não estamos muito habituados a este tipo de acontecimentos, não estavam seguranças suficientes prontos para parar tanta gente. Dois foram falar com os dois homens para os tentar mandar embora enquanto os outros tinham ficado à entrada do edifício para tentar impedir a multidão de entrar. O Kenny estava a tentar mandar os paparazzis embora e acabou por ver os dois seguranças a serem postos inconscientes pelos dois homens que entraram aqui no recinto. Por isso, ele veio cá acima informar-me do sucedido e eu liguei para a polícia a pedir reforços e eles disseram que estariam aqui em vinte minutos. Estou a contar com isso porque não creio que o Kenny vá aguentar com aqueles dois brutamontes sozinho. - Completou apontando para três figuras no meio do pátio. Um pouco afastados deles estavam dois corpos estendidos no chão, inconscientes.
O meu coração acelerou quando o vi a defender-se dos golpes dos outros dois brutamontes. Ele era meu amigo e estava sozinho e eu não podia fazer nada para o ajudar.
- Não te preocupes Justin. Os reforços devem estar a chegar e tu sabes que o Kenny consegue lidar com eles enquanto a polícia não chega. - Disse Scooter olhando para mim, tentando transmitir-me alguma confiança.
Fiquei a olhar para a cena de luta que decorria lá em baixo. Kenny estava em visível desvantagem mas ele desviava-se dos socos e pontapés e tentava revidar. Ele tentava incapacitar o adversário mas como eram dois, era-lhe mais difícil fazê-lo. Mas foi então que vi uma figura baixa e igualmente vestida de preto.
- Scooter... Acho que temos ali mais um. - Avisei apontando para a pequena figura que se aproximava rapidamente da luta a três.
- Uma queres tu dizer. Se olhares com atenção, vais-te aperceber que um corpo com aquelas curvas na cintura não pode pertencer a um homem. Para além das ancas serem largas e de a estrutura física não ter nada a ver com os dois brutamontes. Mas não me parece que ela faça parte do grupo apesar de ter roupa preta. Repara no que ela está a fazer.
Olhei mais uma vez para baixo e deparei-me com uma cena um pouco estranha e fora do comum. A tal rapariga tinha tanto um pontapé nas costas de um dos homens com tanta força que o tinha feito ido parar ao chão de cara. Entretanto, Kenny lutava contra o outro homem, distribuindo um no outro, socos e murros por tudo o que era corpo. A rapariga subiu em cima do homem que ainda estava no chão e sentou-se em cima das suas costas, torcendo-lhe o braço atrás das costas e inclinando-se para perto da sua orelha. Estava provavelmente a dizer-lhe alguma coisa pois o homem contorceu-se por baixo dela. Fez-se ouvir um grunhido de dor suficientemente alto para se ouvir da varanda onde nós observávamos e eu desviei o olhar instintivamente para Kenny. Arregalei os olhos quando vi o que tinha acontecido. O homem tinha conseguido dar um pontapé no meio das pernas do meu segurança e tinha-o incapacitado no chão. De seguida, bateu-lhe com algo que eu não consegui ver na cabeça e vi Kenny ficar imóvel.
- Raios! - Exclamou Scooter ao meu lado. - O Kenny não! Onde é que se enfiou a polícia? - Olhou para o relógio de pulso. - E onde é que já foram os vinte minutos!!
A rapariga não teve muito mais sorte. O homem que lutava com Kenny tinha investido contra ela, fazendo-a sair de cima do outro e solta-lo para se proteger do ataque. O que estava em pé, ajudou o outro a levantar-se, o que não foi fácil já que ele não parava de esfregar o ombro e o peito, cheio de dores. A rapariga tirou algo que tinha às costas e pousou no chão, aproveitando o momento e tirou algo lá de dentro, guardando noutro sítio que não consegui perceber.
Ouviu-se o som das sirenes a poucos metros de distância e eu suspirei aliviado. Agora é que aquilo ia finalmente acabar.
- Ainda não acabou. - Disse Scooter, com uma voz tão sombria que não parecia ele. Olhei novamente para a luta e fiquei mais uma vez surpreendido.
Ao contrário do que eu tinha pensado, os dois homens não tinham fugido para se esconderem da polícia. Pelo contrário, eles investiram na rapariga que agora estava sozinha na luta contra os outros dois. Os seguranças tinham conseguido tirar toda a gente de dentro do edifício mas os paparazzis mudaram de alvo para fotografias. Tenho a certeza que a quantidade de fotos da luta que estava a decorrer era suficiente para fazer um filme de meia hora.
A rapariga desviava-se facilmente dos dois brutamontes que tentavam aplicar-lhe socos e rasteiras, claro que, sem sucesso algum. Ela parecia preparada para aquele tipo de coisas e, por cada movimento que eles faziam, choviam flashes para cima deles. Os carros da polícia pararam à entrada do portão pis não conseguiam entrar por causa da multidão. Os polícias saíram dos carros com armas em punho e obrigaram a multidão a afastar-se.
Um dos homens distraiu-se com as sirenes e esse foi o fim dele pois a rapariga aproveitou para o deitar ao chão com um murro no nariz e um pontapé no meio das pernas, o que o fez dobrar-se até ficar de joelhos e com a testa apoiada no chão. O outro homem investiu nela, agora que estava de costas, mas esta, de alguma forma, previu o que ele ia fazer e virou dando-lhe um murro certeiro no estômago. Quando a polícia chegou ao centro da luta, tiraram os homens dali e enfiaram-nos no carro, depois de lhes porem algemas mas houve um que encarava a rapariga. Nenhum deles se mexeu. O resto dos reforços mandava a multidão embora do recinto e em poucos minutos a missão estava completa. No pátio estava apenas a rapariga e o polícia.
- Vamos descer. - Disse.
- Esp... - Não lhe dei tempo de terminar. Saí da varanda a correr e entrei dentro do edifício. Fui até ao elevador e carreguei no botão, mas, como este estava no piso 0, decidi ir pelas escadas. Desci-las a correr o mais rápido que conseguia, sem tropeçar e cheguei lá abaixo em pouco mais de dois minutos.
Procurei a saída do edifício e empurrei as portas de vidro dando-me passagem para o exterior. Atrás de mim, apareceu Scooter.
- Como é qu...
- O elevador é sempre mais rápido. - Disse ele. - Vamos ter com ele.
Ele saiu de ao pé de mim e dirigiu-se rapidamente para perto do polícia, que estava de costas para nós e que ainda encarava a rapariga. Apressei-me a segui-lo. Agora que a via mais de perto, percebi que usava uns óculos escuros um pouco estranhos pois tinham um formato diferente e não deixavam transparecer nem um pouco dos seus olhos. A roupa que ela usava ficava-lhe justa ao corpo e era também muito estranha pois nunca tinha visto ninguém andar assim vestido, assim como nunca vi aquele tipo de tecido. Ela calçava botas igualmente pretas com um solta baixo mas que parecia suficientemente sólido para deixar marcas no rosto de alguém. Não queria imaginar a dor que aquele homem devia estar a sentir por causa do pontapé dela.
Ela olhou para mim e para Scooter - pelo menos foi o que pareceu - mas demorou o olhar em mim. Provavelmente tinha-me reconhecido ou algo do género pois vi-a a erguer as sobrancelhas. Ela deu um passo na minha direção um pouco relutante e eu senti algo na minha testa. Como se esta estivesse a ferver apenas num pouco o que ma fez esfregá-la com a mão. Fui empurrado para trás ao mesmo tempo que ouvia um som muito familiar. Tinha-o ouvido várias vezes quando ia ver filmes de ação e lutas. Tinha sido o som de uma arma a ser disparada. Só me dei conta do que aconteceu quando caí de costas do chão e senti um corpo ao meu lado. Sentei-me um pouco tonto e reparei que o ardor na minha testa tinha desaparecido.
- Oh meu Deus! - Exclamou o agente da polícia a olhar para algo do meu lado direito.
Fiquei um pouco confuso mas olhei na mesma, com um pouco de receio do que podia encontrar. Ao meu lado, deitada no chão, estava a rapariga que tinha ajudado Kenny a ver-se livre daqueles dois intrusos e ela estava a sangrar do ombro direito. O tiro... O ardor na minha testa... Foi aí que tudo fez sentido. Alguém andava atrás de mim... para me matar. Tentei tocar na rapariga mas mãos afastaram-me dela.
- Afaste-se Sr. Bieber. Vamos chamar os paramédicos. - Disse alguém.
Vi o agentes da polícia a falar ao telemóvel e vi Scooter ser levado para dentro de um carro da polícia. Fui levado para o mesmo carro que ele e obrigaram-me a entrar. Olhei pela janela do carro e vi a ambulância a chegar e os paramédicos a levarem a rapariga numa maca para dentro da ambulância. Ela mantinha os olhos abertos e não demonstrava dor nas suas feições apesar de as suas mãos estarem fechadas num punho. Ela olhava para toda a gente com um olhar perdido, como se não soubesse o que estava acontecer. Mas não pude ver mais nada. Ela foi levada para o Hospital e eu e Scooter fomos escoltados até à minha casa.
Eu só sabia que... Estava a dever a minha vida àquela rapariga, da qual não sei o nome.
******************************************************************
Está aqui o 3º capítulo leitoras espero que tenham gostado!! :) Foi o maior que eu já escrevi até agora, quer dizer, 5837 palavras? Nunca tinha escrito tanto num só capítulo!
Vou estar uma semana fora do país como já tinha dito, por isso não vou conseguir publicar mais nenhum capítulo. E quando eu voltar, as aulas vão recomeçar e vai ser um pouco difícil por quase das aulas e blá blá blá... Já sabem a história toda
Gostava que deixem-se os vossos comentários sobre o que estão a achar da fic. Não me importo que seja um "continua" ou um "pára que isso está horrível". Eu só queria a vossa opinião para saber se estão a gostar ou não do que eu escrevo.
Obrigada leitoras!
Beijos, vemo-nos no próximo capítulo!
sábado, 23 de março de 2013
Capítulo 2
*Estava a limpar as mesas quando a porta do bar se abre com um estrondo e entra o Dev com a Bella a gemer ao seu colo.*
Eu- Mas que se passou??
Dev- Vane, Fang é melhor chamarem o Carlisle.
Vane- Não! Não! Não pode ser! Não pode! - aproximou-se do Dev- Ouviste?? Não podes fazer-me isto Bella. Não podes.
Fang- Vane não estás a agir com cabeça. Connor tira o Justin daqui, Paul chama o Carlisle e Dev leva a Bella para o seu quarto antes que desmaie e as coisas se tornem feias.
Eu- Mas que se passou??-perguntei quando o Connor me tirou da sala e me levou para o quarto.
Connor- Bem a Bella foi atacada pelos agressores do Fan e ao que ao que parece eles queriam deixa-la no mesmo estado que ao Fang.
*Chamaram o médico que fiquei a saber chamar-se Carlisle. Terça seguinte fui para a escola sozinho muito deprimido por não ter a Bella ao meu lado a fazer-me sorrir.*
Tomás- Então puto?? Pareces deprimido.
Eu- ãã?? À não te preocupes tou óptimo.
Tomás- tens a certeza puto?? Conta lá eu não abro a boca aos outros.
Eu- Tá bem. Lembras-te daquela miúda a que chamas-te pita??
Tomás- Sim vagamente.
Eu- bem eu acho que gosto mesmo dela. E ontem quando estava a trabalhar no bar entraram com ela a gemer quase a desmaiar, e nessa altura pensei que a tinha perdido. foi nessa altura que me apercebi do que sentia por ela.
Tomás- Bem puto já sabes que podes contar comigo quando precisares.
Eu- Brigada.
*Passou-se um mês desde o incidente da Bella e ela continuava sem acordar E eu estava a ficar cada vez mais deprimido, enfim... Fui para a escola e fui ter com o Tomás. Passaram-se as aulas e já era o ultimo intervalo até aparece uma pessoa atras de mim.*
Xxxx- Olá Justin!!
Eu( ainda de costas para a rapariga)- olha não sei quem és nem quero saber de momento estou farto de raparigas atras de mim. Só uma rapariga me interessa.
Xxxx- Desculpa!! Eu a pensar que me ias receber com um abraço ou um simples olá mas afinal não. Estava a ser demasiado optimista em pensar que o meu melhor amigo ficaria contente por eu acordar.- Disse ela com uma nota de choro.
*Virei-me para ver quem era mas quem quer que fosse já lá não estava.*
Tomás- Meu era a Bella!! E tu meteste-a a chorar.
Eu- o que!! Porque é que não me disseste nada??
*Fui procura-la*
--------------------------------Bella On-------------------
*Acordei com uma dor de cabeça do tamanho do mundo. Não me lembrava de nada apenas da voz do Filipe e também não me lembrava de ter vestido o meu pijama- http://www.polyvore.com/cgi/set?id=65889283&.locale=pt-br. Fui ver que dia era e já tinha passado um mês desde a minha ultima memória. Vesti-me (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=67697322&.locale=pt-br) e fui à procura de alguém para me explicar o como e o porquê de eu não me lembrar de um mês inteiro da minha vida. Encontrei a Aimee a servir ás mesas.*
Aimee- Cria!! Acordaste?!
Eu- Sim ao que parece. Mas o que aconteceu??
*Todos os Kataguira juntaram-se a nós e foi o Dev que falou.*
Dev- foste atacada por Daemons e um deles mordeu-te. Pregaste-nos um grande susto e ao Justin também.
Connor- Sim. Ele passava todos os dias que podia contigo. A falar contigo e a pedir para acordares. Ás vezes também cantava quando achava que ninguém estava a ouvir.
*Fiquei a pensar naquilo quando todos me abraçam. Os meus irmãos queriam-me impedir de ir até à escola mas eu queria ver o Justin. Liguei a minha Harley Divison e fui até à escola. Encontrei-o sentado num muro com o seu grupo e fui por trás dele para lhe fazer uma surpresa.*
Eu- Olá Justin!!
Justin(ainda de costas para mim)-olha não sei quem nem quero saber de momento estou farto de raparigas atras de mim. Só uma rapariga me interessa.
Eu- Desculpa!! Eu a pensar que me ias receber com uma abraço ou um simples olá mas afinal estava a ser demasiado optimista em pensar que o meu melhor amigo ficaria contente por eu acordar.- disse eu a chorar e a sair a correr dali.
# Corri até à minha Harley Divison quando ouço o Justin a chamar por mim. "ignora" penso para mim mesma "ele feriu-te o coração". Claro está que sou estúpida e dei por mim a chorar no parque de estacionamento.
Marco- Estás bem??
Reparei que se aproximou de mim um pouco relutante. Então tudo fez sentido, o cheiro a arcadiano, a sensação que tinha sempre que me aproximava do grupo do Justin. Tudo. O Marco era o arcadiano. Ericei-me logo. Eu sei que é uma coisa de animais mas visto que sou uma loba não tenho a culpa. Quando estou ao pé de um arcadiano o meu lado animal domina-me.
Marco- Ei tem calma.
Eu- calma?! Eu neste preciso momento devia matar-te.
Marco- eu sei que és uma Kataguira mas isso não quer dizer que me mates.
Eu- Quer sim. Eu sou uma caçadora e de momento estou a fazer um esforço enorme para não me atirar à tua garganta aqui e agora.
Marco- A sério?? Então porque é que não vamos para um lugar mais privado e acabamos com isto??
Nesse momento chegou o Justin. Eu como ainda estava magoada por causa dele decidi ir-me embora pois naquele momento não tinha paciência nenhuma para ele.
--------------------------------Justin On ------------------
Vi a Bella a discutir com o Marco e quando ela me viu foi-se embora. Podia perceber que estava quase a chorar. Isso fez-me sentir a pior pessoa do mundo. Não podia acreditar que a tinha feito chorar.
Eu- Meu! Não conseguiste agarra-la por mais um minuto?!
Marco- Primeiro não tenho nada que a agarrar a miúda quando ela não quer segundo eu acho é que tu no final das aulas devias falar com ela pois ela não parece estar com muito boa disposição para ti.
Tentei falar com ela quando nos cruzávamos nos corredores da escola, mas ela logo parava de sorrir quando olhava para mim e ignorava-me.
Era hora de almoço e eu estava cada vez mais desesperado para falar com ela.
-------------------------------Bella On--------------------
Estava na hora de almoço a conversar com a minha melhor amiga a Caitlin estava assim vestida - http://www.polyvore.com/caitlin/set?id=65887150.
Com o cabelo e maquilhagem- http://www.polyvore.com/cgi/set?id=65891607&.locale=pt-br quando vejo o Justin a aproximar-se. A Caitlin não sabia que eu e o Justin nos conhecíamos quanto mais que discutíamos. Levantei-me e estava a ir-me embora mas sinto algo a agarrar-me o braço. Virei-me para ver quem era e surpresa das surpresas era o parvalhão doJustin.
Eu- Justin larga-me não estou com paciência para falar agora.
Justin- Então peço-te que me oiças não que fales.
A Caitlin olhou para mim com olhar que dizia “ é melhor que expliques amiga” e eu respondi ”depois conto tudo” também com o olhar. Sim estava-mos a falar por olhares.
Eu- Justin larga-me já te disse.
Justin- Não te vou largar enquanto não me ouvires.
Eu- Então diz lá mas é bom que te despaches.
Justin- Bella eu não quis dizer o que disse. Eu não sabia que eras tu se não eu juro que te teria abraçado e tratado de uma forma melhor.
Eu- A sério??- perguntei com uma lagrima a escorrer-me pela cara.
Justin- Sim a sério.- Disse ele limpando a solitária lágrima que deixava transparecer os meus sentimentos.- Por favor, perdoas-me?
Eu- Claro que perdoo Justin.
Justin(com um enorme sorriso nos lábios) - Oh ainda bem. Olha ainda falta meia hora até o intervalo acabar, queres passar o resto da hora comigo?
Eu- Eu até ia mas assim a Caitlin iria ficar sozinha.
Caitlin- Não, não vai lá, vai lá não te prendas por minha causa
Eu- Tens a certeza??
Caitlin- Sim tenho. Vai lá.
Eu-Bem vamos
Justin- Claro- Disse com o maior sorriso na cara.
Fomos até ao grupo dele e estava a começar a sentir-me um pouco deslocada, afinal eram os seus amigos, o seu grupo e eu estava a infiltrar-me no grupo dele. Ele pareceu reparar no meu desconforto, pois sorriu-me e segurou-me a mão. Sorri-lhe de volta e juntos caminha-mos a pequena distancia até ao seu grupo. Começaram todos a olhar para nós e eu fiquei ainda mais desconfortável.
Justin- Malta esta é a Bella uma amiga que mora no Santuário.
Tiago- Oi. Então vives no Santuário à muito tempo?
Eu- Desde os meus três anos.
Joana- Isso é muito tempo. Então e os teus pais?
Eu- Diga-mos que eu os odeio e eles me odeiam a mim.
Justin- Mas porquê que se odeiam??
Eu- Olha Justin, eu não me sinto lá muito confortável ao falar disso. Podemos mudar de assunto??
Justin- Claro.
Começaram a falar de umas cenas quaisquer sobre futebol, e eu continuei a pensar na pergunta do Justin. Porque é que os nossos pais nos odeiam? O que é que nós fizemos de mal? Estava entretida com os meus pensamentos quando ouço uma voz na minha cabeça.
«Bella? Consegues ouvir-me?»
«Mas que… Marco és tu ou eu estou a delirar?»
«*Risos* Não, não estas a delirar. Estou a comunicar contigo por celtismo.»
«Por celtismo? Mas esse tipo de comunicação é apenas um mito. Pelo menos foi o que me ensinaram.»
«Pois ensinaram-te mal, a não ser que tenhas outra maneira de explicar o como de a minha voz estar na tua cabeça.»
«Ok, ok. Deixa-te lá de gracinhas e diz o que é que queres para eu te poder expulsar da minha cabeça!»
«Descobri umas coisas que te podem interessar. A ti e aos teus irmão claro.»
«E o que é?! Pode-se saber ou nem por isso?»
«Claro, mas tem que te dizer isto cara a cara.»
« Hmm… Conheces a porta de emergência que vai dar ao terraço?»
«Ya.»
«Vai lá ter comigo, daqui a cinco minutos.»
«Ok mas despacha-te»
Senti a sua presença a ir-se embora tão rápido como veio.
Eu- Bem acho que tenho que ir andando. Nunca é bom deixar a Caitlin sozinha.
Justin- Eu vou contigo.
Eu- Não, não é preciso.- precisava de arranjar uma desculpa rápida, mas credível.- De qualquer maneira acho que vou aproveitar o resto do intervalo para ver como está o Fang.
Justin- Há… Bem vemo-nos mais tarde. Ainda voltas certo?- ele fez uma cara de cachorro abandonado que até deu dó.
Eu- Claro. Bem até depois malta.- despedi-me de toda a gente e fui andando para me encontrar com o Marco.
Quando cheguei à porta ele ainda não estava, por isso tive que ficar à espera.
5,10,15,20 minutos passaram e ele ainda não tinha aparecido. Realmente nem quero pensar como será ele nos encontros.
Marco- Então? vais entrar ou vais ficar ai parada? –disse atrás de mim, assustando-me.
Eu- Achas mesmo que vamos para o terraço? Marco- Então para onde é que queres ir?
Eu- Para aqui.- Disse empurrando um dos tijolos da parede, abrindo assim uma especie de porta na parede.- Bem-vindo ao meu mundo.
*Estava a limpar as mesas quando a porta do bar se abre com um estrondo e entra o Dev com a Bella a gemer ao seu colo.*
Eu- Mas que se passou??
Dev- Vane, Fang é melhor chamarem o Carlisle.
Vane- Não! Não! Não pode ser! Não pode! - aproximou-se do Dev- Ouviste?? Não podes fazer-me isto Bella. Não podes.
Fang- Vane não estás a agir com cabeça. Connor tira o Justin daqui, Paul chama o Carlisle e Dev leva a Bella para o seu quarto antes que desmaie e as coisas se tornem feias.
Eu- Mas que se passou??-perguntei quando o Connor me tirou da sala e me levou para o quarto.
Connor- Bem a Bella foi atacada pelos agressores do Fan e ao que ao que parece eles queriam deixa-la no mesmo estado que ao Fang.
*Chamaram o médico que fiquei a saber chamar-se Carlisle. Terça seguinte fui para a escola sozinho muito deprimido por não ter a Bella ao meu lado a fazer-me sorrir.*
Tomás- Então puto?? Pareces deprimido.
Eu- ãã?? À não te preocupes tou óptimo.
Tomás- tens a certeza puto?? Conta lá eu não abro a boca aos outros.
Eu- Tá bem. Lembras-te daquela miúda a que chamas-te pita??
Tomás- Sim vagamente.
Eu- bem eu acho que gosto mesmo dela. E ontem quando estava a trabalhar no bar entraram com ela a gemer quase a desmaiar, e nessa altura pensei que a tinha perdido. foi nessa altura que me apercebi do que sentia por ela.
Tomás- Bem puto já sabes que podes contar comigo quando precisares.
Eu- Brigada.
*Passou-se um mês desde o incidente da Bella e ela continuava sem acordar E eu estava a ficar cada vez mais deprimido, enfim... Fui para a escola e fui ter com o Tomás. Passaram-se as aulas e já era o ultimo intervalo até aparece uma pessoa atras de mim.*
Xxxx- Olá Justin!!
Eu( ainda de costas para a rapariga)- olha não sei quem és nem quero saber de momento estou farto de raparigas atras de mim. Só uma rapariga me interessa.
Xxxx- Desculpa!! Eu a pensar que me ias receber com um abraço ou um simples olá mas afinal não. Estava a ser demasiado optimista em pensar que o meu melhor amigo ficaria contente por eu acordar.- Disse ela com uma nota de choro.
*Virei-me para ver quem era mas quem quer que fosse já lá não estava.*
Tomás- Meu era a Bella!! E tu meteste-a a chorar.
Eu- o que!! Porque é que não me disseste nada??
*Fui procura-la*
--------------------------------Bella On-------------------
*Acordei com uma dor de cabeça do tamanho do mundo. Não me lembrava de nada apenas da voz do Filipe e também não me lembrava de ter vestido o meu pijama- http://www.polyvore.com/cgi/set?id=65889283&.locale=pt-br. Fui ver que dia era e já tinha passado um mês desde a minha ultima memória. Vesti-me (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=67697322&.locale=pt-br) e fui à procura de alguém para me explicar o como e o porquê de eu não me lembrar de um mês inteiro da minha vida. Encontrei a Aimee a servir ás mesas.*
Aimee- Cria!! Acordaste?!
Eu- Sim ao que parece. Mas o que aconteceu??
*Todos os Kataguira juntaram-se a nós e foi o Dev que falou.*
Dev- foste atacada por Daemons e um deles mordeu-te. Pregaste-nos um grande susto e ao Justin também.
Connor- Sim. Ele passava todos os dias que podia contigo. A falar contigo e a pedir para acordares. Ás vezes também cantava quando achava que ninguém estava a ouvir.
*Fiquei a pensar naquilo quando todos me abraçam. Os meus irmãos queriam-me impedir de ir até à escola mas eu queria ver o Justin. Liguei a minha Harley Divison e fui até à escola. Encontrei-o sentado num muro com o seu grupo e fui por trás dele para lhe fazer uma surpresa.*
Eu- Olá Justin!!
Justin(ainda de costas para mim)-olha não sei quem nem quero saber de momento estou farto de raparigas atras de mim. Só uma rapariga me interessa.
Eu- Desculpa!! Eu a pensar que me ias receber com uma abraço ou um simples olá mas afinal estava a ser demasiado optimista em pensar que o meu melhor amigo ficaria contente por eu acordar.- disse eu a chorar e a sair a correr dali.
# Corri até à minha Harley Divison quando ouço o Justin a chamar por mim. "ignora" penso para mim mesma "ele feriu-te o coração". Claro está que sou estúpida e dei por mim a chorar no parque de estacionamento.
Marco- Estás bem??
Reparei que se aproximou de mim um pouco relutante. Então tudo fez sentido, o cheiro a arcadiano, a sensação que tinha sempre que me aproximava do grupo do Justin. Tudo. O Marco era o arcadiano. Ericei-me logo. Eu sei que é uma coisa de animais mas visto que sou uma loba não tenho a culpa. Quando estou ao pé de um arcadiano o meu lado animal domina-me.
Marco- Ei tem calma.
Eu- calma?! Eu neste preciso momento devia matar-te.
Marco- eu sei que és uma Kataguira mas isso não quer dizer que me mates.
Eu- Quer sim. Eu sou uma caçadora e de momento estou a fazer um esforço enorme para não me atirar à tua garganta aqui e agora.
Marco- A sério?? Então porque é que não vamos para um lugar mais privado e acabamos com isto??
Nesse momento chegou o Justin. Eu como ainda estava magoada por causa dele decidi ir-me embora pois naquele momento não tinha paciência nenhuma para ele.
--------------------------------Justin On ------------------
Vi a Bella a discutir com o Marco e quando ela me viu foi-se embora. Podia perceber que estava quase a chorar. Isso fez-me sentir a pior pessoa do mundo. Não podia acreditar que a tinha feito chorar.
Eu- Meu! Não conseguiste agarra-la por mais um minuto?!
Marco- Primeiro não tenho nada que a agarrar a miúda quando ela não quer segundo eu acho é que tu no final das aulas devias falar com ela pois ela não parece estar com muito boa disposição para ti.
Tentei falar com ela quando nos cruzávamos nos corredores da escola, mas ela logo parava de sorrir quando olhava para mim e ignorava-me.
Era hora de almoço e eu estava cada vez mais desesperado para falar com ela.
-------------------------------Bella On--------------------
Estava na hora de almoço a conversar com a minha melhor amiga a Caitlin estava assim vestida - http://www.polyvore.com/caitlin/set?id=65887150.
Com o cabelo e maquilhagem- http://www.polyvore.com/cgi/set?id=65891607&.locale=pt-br quando vejo o Justin a aproximar-se. A Caitlin não sabia que eu e o Justin nos conhecíamos quanto mais que discutíamos. Levantei-me e estava a ir-me embora mas sinto algo a agarrar-me o braço. Virei-me para ver quem era e surpresa das surpresas era o parvalhão doJustin.
Eu- Justin larga-me não estou com paciência para falar agora.
Justin- Então peço-te que me oiças não que fales.
A Caitlin olhou para mim com olhar que dizia “ é melhor que expliques amiga” e eu respondi ”depois conto tudo” também com o olhar. Sim estava-mos a falar por olhares.
Eu- Justin larga-me já te disse.
Justin- Não te vou largar enquanto não me ouvires.
Eu- Então diz lá mas é bom que te despaches.
Justin- Bella eu não quis dizer o que disse. Eu não sabia que eras tu se não eu juro que te teria abraçado e tratado de uma forma melhor.
Eu- A sério??- perguntei com uma lagrima a escorrer-me pela cara.
Justin- Sim a sério.- Disse ele limpando a solitária lágrima que deixava transparecer os meus sentimentos.- Por favor, perdoas-me?
Eu- Claro que perdoo Justin.
Justin(com um enorme sorriso nos lábios) - Oh ainda bem. Olha ainda falta meia hora até o intervalo acabar, queres passar o resto da hora comigo?
Eu- Eu até ia mas assim a Caitlin iria ficar sozinha.
Caitlin- Não, não vai lá, vai lá não te prendas por minha causa
Eu- Tens a certeza??
Caitlin- Sim tenho. Vai lá.
Eu-Bem vamos
Justin- Claro- Disse com o maior sorriso na cara.
Fomos até ao grupo dele e estava a começar a sentir-me um pouco deslocada, afinal eram os seus amigos, o seu grupo e eu estava a infiltrar-me no grupo dele. Ele pareceu reparar no meu desconforto, pois sorriu-me e segurou-me a mão. Sorri-lhe de volta e juntos caminha-mos a pequena distancia até ao seu grupo. Começaram todos a olhar para nós e eu fiquei ainda mais desconfortável.
Justin- Malta esta é a Bella uma amiga que mora no Santuário.
Tiago- Oi. Então vives no Santuário à muito tempo?
Eu- Desde os meus três anos.
Joana- Isso é muito tempo. Então e os teus pais?
Eu- Diga-mos que eu os odeio e eles me odeiam a mim.
Justin- Mas porquê que se odeiam??
Eu- Olha Justin, eu não me sinto lá muito confortável ao falar disso. Podemos mudar de assunto??
Justin- Claro.
Começaram a falar de umas cenas quaisquer sobre futebol, e eu continuei a pensar na pergunta do Justin. Porque é que os nossos pais nos odeiam? O que é que nós fizemos de mal? Estava entretida com os meus pensamentos quando ouço uma voz na minha cabeça.
«Bella? Consegues ouvir-me?»
«Mas que… Marco és tu ou eu estou a delirar?»
«*Risos* Não, não estas a delirar. Estou a comunicar contigo por celtismo.»
«Por celtismo? Mas esse tipo de comunicação é apenas um mito. Pelo menos foi o que me ensinaram.»
«Pois ensinaram-te mal, a não ser que tenhas outra maneira de explicar o como de a minha voz estar na tua cabeça.»
«Ok, ok. Deixa-te lá de gracinhas e diz o que é que queres para eu te poder expulsar da minha cabeça!»
«Descobri umas coisas que te podem interessar. A ti e aos teus irmão claro.»
«E o que é?! Pode-se saber ou nem por isso?»
«Claro, mas tem que te dizer isto cara a cara.»
« Hmm… Conheces a porta de emergência que vai dar ao terraço?»
«Ya.»
«Vai lá ter comigo, daqui a cinco minutos.»
«Ok mas despacha-te»
Senti a sua presença a ir-se embora tão rápido como veio.
Eu- Bem acho que tenho que ir andando. Nunca é bom deixar a Caitlin sozinha.
Justin- Eu vou contigo.
Eu- Não, não é preciso.- precisava de arranjar uma desculpa rápida, mas credível.- De qualquer maneira acho que vou aproveitar o resto do intervalo para ver como está o Fang.
Justin- Há… Bem vemo-nos mais tarde. Ainda voltas certo?- ele fez uma cara de cachorro abandonado que até deu dó.
Eu- Claro. Bem até depois malta.- despedi-me de toda a gente e fui andando para me encontrar com o Marco.
Quando cheguei à porta ele ainda não estava, por isso tive que ficar à espera.
5,10,15,20 minutos passaram e ele ainda não tinha aparecido. Realmente nem quero pensar como será ele nos encontros.
Marco- Então? vais entrar ou vais ficar ai parada? –disse atrás de mim, assustando-me.
Eu- Achas mesmo que vamos para o terraço? Marco- Então para onde é que queres ir?
Eu- Para aqui.- Disse empurrando um dos tijolos da parede, abrindo assim uma especie de porta na parede.- Bem-vindo ao meu mundo.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Agente 0747 - O Predador (Cap2)
Capítulo 2 (2581 palavras)
Lauren Adams's POV
3 dias depois...
Era o dia da partida. Muitos seriam enviados para um país chamado Estados Unidos da América, ou EUA para abreviar, e eu não era excepção. Cada agente tinha sido escolhido para proteger a pessoa que estava indicada no ficheiro que recebeu dos seus mentores naquela manhã.
Só nos era permitido levar uma mochila com uma muda de roupa e o equipamento. Cada agente recebeu um maço de dólares, que eram a moeda internacional, trinta escutas microscópicas que estavam ligadas a uma maior que se podia pôr à volta da orelha, dois intercomunicadores que se podiam esconder atrás da orelha, um aparelho chamado de telemóvel que tinha várias aplicações, um par de óculos-espião, um relógio de pulso com várias utilidades, uns binóculos muito potentes, lentes de contacto com infravermelhos, um portátil pequeno, duas pen-drives vazias, um mini helicóptero telecomandado com várias funções e um cinto de utilidades. Claro que não nos podíamos esquecer das armas de fogo: Uma Gock 18 e uma AEK-971 desmontada acompanhadas por várias caixas com munições e ainda uma caixa com mini granadas, que, apesar de serem pequenas, provocavam uma explosão enorme e que, felizmente, não corriam o perigo de explodir caso a mochila sofresse algum impacto.
- Para os aviões! - Exclamou o nosso Sr. Rigby através do seu altifalante.
Estava na hora. Chegou a minha hora de provar que sou capaz de completar a minha missão e que já sou independente.
Cada um dos agentes dirigiu-se ao avião que os levaria ao destino e eu entrei no maior de todos, o que me levaria para os Estados Unidos. Escolhi um lugar ao fundo do avião a jato e sentei-me no cadeirão acolchoado rodeado de funcionalidades que eu nunca tinha visto. Tirei a mochila das costas e coloquei-a num compartimento que havia ao lado da cadeira. O embarque levaria apenas alguns minutos já que não se podiam tolerar atrasos. Olhei pela janela e vi os enormes portões de metal pesado a abrirem-se ao longe na pista. Os portões assinalavam o local de saída e indicavam ao piloto que, quando os atravessasse já teria de estar a pelo menos três metros do chão. Nessa altura, o escudo que rodeava o campus seria desativado e ativar-se-ia logo a seguir à partida de todos os aviões.
Estava tão distraída com os meus pensamentos que não reparei quando alguém se sentou ao meu lado e se ajeitou na cadeira. Só me apercebi da sua presença quando este tocou no meu braço levemente, fazendo-me dar um pulo na cadeira. Olhei para a pessoa, ainda um pouco surpreendida e vi que era Ethan. Ele riu da minha cara e eu sorri-lhe também.
- O que é que estás aqui a fazer? - Perguntei-lhe.
- Ora, o mesmo que tu acho eu.
- Hum, sim ok. Não era bem esta a minha pergunta. O que eu queria perguntar é o que... Argh Esquece! Fiquei confusa agora!
Ele riu-se novamente.
- Estou aqui porque vou proteger uma pessoa aos Estados Unidos, tal como tu.
- E quem vai ser essa pessoa? - Perguntei curiosa.
- Hum... Não vou dizer.
- O quê? Porquê?
- Gosto de manter o suspance. E quem é que te calhou a ti?
- Se tu não me dizes, achas mesmo que eu também te vou dizer? - Perguntei, erguendo a sobrancelha direita.
- Hum ok. Então diz-me só as iniciais da pessoa que vais proteger e eu digo as iniciais da pessoa que eu vou proteger. - Propôs.
- Está bem.
- Diz tu primeiro.
- Não diz tu.
- Senhoras primeiro. Sou um cavalheiro por isso dou-lhes sempre passagem.
- Idiota. - Resmunguei, cruzando os braços. - JB.
- SG. Pronto, não chegámos a lado nenhum.
- Não chegávamos a nenhum lado de qualquer maneira. - Disse, encolhendo os ombros em sinal de indiferença.
- Para que estado é que vais? - Perguntou-me.
- Estado? - Fiquei um pouco confusa.
- Sim. Bem, sabes... os Estados Unidos da América estão divididos em cinquenta estados. E cada pessoa vive em casas diferentes por isso vamos ser env...
- Sim, eu sei disso. Vamos ser enviados para sítios diferentes! Eu não sou burra. Hoje não estou nos meus dias.
- Então para que estado é que vais?
- Geórgia. E tu?
- Vou para a Califórnia. Los Angeles para especificar.
- Vou para Atlanta. Vi umas imagens da cidade no ficheiro sobre o JB e olha que não parece ser nada mau. Tem uns prédios enormes e havia milhares de carros nas ruas. - Disse-lhe com entusiasmo.
Eu estava ansiosa para conhecer Atlanta. Aliás, eu estava ansiosa até para ver o pó da cidade já que nunca saí do campus. Estava realmente ansiosa para conhecer o mundo lá fora. Foi então que me lembrei de lhe perguntar uma coisa. Ele não parecia assim tão entusiasmado como eu por sair do campus e esse comportamento fez-me desconfiar um pouco.
- Esta é a tua primeira missão? - Perguntei.
- Na verdade não. Vai ser... - Ele contou pelos dedos. - A minha terceira na verdade. - Completou com um sorriso.
- Terceira? Mas quantos anos é que tu tens? - Perguntei surpresa.
Os agentes só podiam ir em missão a partir dos dezasseis.
- Eu tenho dezoito.
- A sério? - Perguntei olhando-o de alto a baixo. - Não pareces nada ter dezoito anos.
- E isso é bom? - Perguntou.
- Bem, depende do que tu quiseres dizer com bom. Tu tens dezoito anos mas não pareces. Pareces... digamos... ahm... mais novo. - Completei franzindo a testa e estreitando os olhos.
Ele riu-se e eu soltei o ar, aliviada. Pensei que ele ia fazer algum comentário menos apropriado para a ocasião.
- E a mim parece-me que tens dezasseis e esta é a tua primeira missão ao exterior. - Ele riu novamente.
- É... Pois... - Fiquei um pouco envergonhada quando me apercebi das figuras que tinha feito. - E tu tens razão! Outra vez. - Disse apercebendo-me da verdade.
- Eu já te disse isto tantas vezes que já perdi a conta. - Dizia ele enquanto se ria.
- Foram três vezes. - Disse, mas ele ignorou-me.
- Eu tenho SEMPRE razão!
- Agora quatro. - Bufei entediada.
Não estava a perceber o que é que aquilo tinha de engraçado mas acabei por cair na tentação do riso já que a risada dele era muito contagiante. Mas fomos interrompidos pelo piloto do jato a falar pelo intercomunicador.
"Agentes, já estamos todos a bordo do jato. Apertem os cintos de segurança e guardem as vossas bagagens nos compartimentos por favor. A viagem até ao primeiro destino durará cerca de oito horas. Faremos várias paragens ao longo do território dos Estados Unidos da América e cada agente sairá na sua devida paragem. Obrigado pela atenção. Boa viagem."
Houve silêncio nos primeiros minutos mas a algazarra voltou quando os motores do jato começaram a funcionar.
- Quantos lugares é que este jato tem? - Perguntei curiosa.
Vi Ethan olhar em volta.
- Hum... Talvez... Uns cem?
- Há assim tantos lugares?
- Estou a contar as filas. - Avisou ele, enquanto virava a cabeça de um lado para o outro. - Vinte e seis filas. Duas cadeiras em cada lado. Ou seja, cada fila tem quatro lugares.
- Isso dá cento e quatro cadeiras.
- Estava lá perto. - Disse encolhendo os ombros.
Ficámos à conversa durante quase duas horas. Fizemos silêncio quando o jato descolou e fiquei a apreciar a vista do deserto da Austrália durante quase trinta minutos. A conversa continuou e Ethan descrevia-me o mundo lá fora: As paisagens, os estranhos animais, o modo das pessoas de vestirem e andarem. Parecia tudo tão diferente do que acontecia no interior do campus...
Mas com a turbulência e com a suavidade do jato a rasgar o ar, o sono acabou por chegar à minha mente.
- Aonde? - Perguntei sonolenta. Assustei-me com o tom da minha voz. Estava rouca.
- Los Angeles.
- Não sou eu. - Voltei a fechar os olhos e recostei-me no assento, tentando voltar a adormecer.
Mas aquela mão não me parava de tocar.
- O que é que queres?! - Quase gritei, chamando a atenção de alguns agentes que estavam acordados.
- Ei, calma então? - Riu-se ele. - É a minha paragem.
- E?
- E não me queres ver a ir embora?
- Que chato!
- Ui! Irritadinha! - Ele voltou a rir.
- Paras de rir? Isto não tem piada! Estou a morrer de sono e fico extremamente irritada quando alguém me acorda!
- Ahahah! - Ele continuava a rir, agora mais baixo. Estreitei os olhos na direção dele como um aviso. Ele olhou para mim e foi parando aos poucos. - Ahah... Ah... A... Pois, ok. Parei.
"Agentes, estamos prestes a aterrar em Los Angeles. Estamos num voo não autorizado por isso, preparem-se já para sair pois teremos de levantar voo logo a seguir. Obrigado." - Avisou o piloto novamente através do intercomunicador.
- Sou eu!
- É... Boa sorte. Deixa-me dormir. - Resmunguei e reencostei-ao me banco fechando os olhos em seguida.
- Ok.
Entreabri um pouco o olho esquerdo e pude vê-lo levantar-se e tirar a sua mochila do compartimento. Engoli o orgulho e tirei o cinto.
- Estás a fazer o quê? - Perguntou-me ele visivelmente confuso.
- A despedir-me. - Respondi de forma simples.
Levantei-me do banco e estiquei o meu corpo para cima para poder chegar aos ombros dele e envolvê-lo num abraço apertado que ele não demorou muito a devolver.
- Boa sorte, Lauren. - Disse, perto do meu ouvido.
- Boa sorte, Ethan.
- Vai ser fácil. Não te deixes levar pelo medo e pelo entusiasmo de ser a tua primeira missão.
- Não vou, obrigada. - Disse, deixando um sorriso escapar dos meus lábios.
"Os agentes que vão sair, que se dirijam para a porta e se agarrem aos corrimões. Vamos aterrar."
Ethan separou-se de mim e deu-me um sorriso reconfortante.
- Vou embora. Tchau. Vemo-nos daqui a algum tempo. - Disse, depositando em seguida um beijo no topo da minha cabeça.
Sorri envergonhada com o ato carinhoso dele e respondi:
- Tchau.
Ele pegou na mochila e juntou-se a um grupo de agentes que estavam já agarrados ao tal corrimão. Voltei a sentar-me e olhei pela janela e só tive tempo de ver as silhuetas das árvores a passar a alta velocidade antes de sentir o jato dar um solavanco. Senti o meu coração a acelerar e pus o cinto rapidamente agarrando-me com toda a minha força aos braços do assento. Era a minha primeira vez a andar em algo como aquilo e a aterragem brusca assustou-me. Senti o jato parar a pouco e pouco até que parou totalmente.
"Porta aberta. Podem abandonar agentes. Boa sorte."
Olhei para onde Ethan estava e vi-o já à porta, mesmo atrás de outro agentes que estava prestes a saltar. Ele olhou para mim e acenou-me. Acenei-lhe de volta e vi-o saltar atrás do outro. Foi aí que me lembrei: A porta do avião ficava a vários metros do chão; Como é que eles podiam saltar lá para baixo sem se magoarem?
"Porta fechada. Todos os agentes estão lá fora. Vamos levantar voo novamente. A próxima paragem será dentro de vinte e dois minutos."
Reencostei-me no assento e voltei a fechar os olhos. A minha saída seria numa das últimas paragens já que o piloto viajaria de Oeste para Este e a Georgia ficava na costa ocidental dos Estados Unidos da América.
- Sim, eu sei disso. Vamos ser enviados para sítios diferentes! Eu não sou burra. Hoje não estou nos meus dias.
- Então para que estado é que vais?
- Geórgia. E tu?
- Vou para a Califórnia. Los Angeles para especificar.
- Vou para Atlanta. Vi umas imagens da cidade no ficheiro sobre o JB e olha que não parece ser nada mau. Tem uns prédios enormes e havia milhares de carros nas ruas. - Disse-lhe com entusiasmo.
Eu estava ansiosa para conhecer Atlanta. Aliás, eu estava ansiosa até para ver o pó da cidade já que nunca saí do campus. Estava realmente ansiosa para conhecer o mundo lá fora. Foi então que me lembrei de lhe perguntar uma coisa. Ele não parecia assim tão entusiasmado como eu por sair do campus e esse comportamento fez-me desconfiar um pouco.
- Esta é a tua primeira missão? - Perguntei.
- Na verdade não. Vai ser... - Ele contou pelos dedos. - A minha terceira na verdade. - Completou com um sorriso.
- Terceira? Mas quantos anos é que tu tens? - Perguntei surpresa.
Os agentes só podiam ir em missão a partir dos dezasseis.
- Eu tenho dezoito.
- A sério? - Perguntei olhando-o de alto a baixo. - Não pareces nada ter dezoito anos.
- E isso é bom? - Perguntou.
- Bem, depende do que tu quiseres dizer com bom. Tu tens dezoito anos mas não pareces. Pareces... digamos... ahm... mais novo. - Completei franzindo a testa e estreitando os olhos.
Ele riu-se e eu soltei o ar, aliviada. Pensei que ele ia fazer algum comentário menos apropriado para a ocasião.
- E a mim parece-me que tens dezasseis e esta é a tua primeira missão ao exterior. - Ele riu novamente.
- É... Pois... - Fiquei um pouco envergonhada quando me apercebi das figuras que tinha feito. - E tu tens razão! Outra vez. - Disse apercebendo-me da verdade.
- Eu já te disse isto tantas vezes que já perdi a conta. - Dizia ele enquanto se ria.
- Foram três vezes. - Disse, mas ele ignorou-me.
- Eu tenho SEMPRE razão!
- Agora quatro. - Bufei entediada.
Não estava a perceber o que é que aquilo tinha de engraçado mas acabei por cair na tentação do riso já que a risada dele era muito contagiante. Mas fomos interrompidos pelo piloto do jato a falar pelo intercomunicador.
"Agentes, já estamos todos a bordo do jato. Apertem os cintos de segurança e guardem as vossas bagagens nos compartimentos por favor. A viagem até ao primeiro destino durará cerca de oito horas. Faremos várias paragens ao longo do território dos Estados Unidos da América e cada agente sairá na sua devida paragem. Obrigado pela atenção. Boa viagem."
Houve silêncio nos primeiros minutos mas a algazarra voltou quando os motores do jato começaram a funcionar.
- Quantos lugares é que este jato tem? - Perguntei curiosa.
Vi Ethan olhar em volta.
- Hum... Talvez... Uns cem?
- Há assim tantos lugares?
- Estou a contar as filas. - Avisou ele, enquanto virava a cabeça de um lado para o outro. - Vinte e seis filas. Duas cadeiras em cada lado. Ou seja, cada fila tem quatro lugares.
- Isso dá cento e quatro cadeiras.
- Estava lá perto. - Disse encolhendo os ombros.
Ficámos à conversa durante quase duas horas. Fizemos silêncio quando o jato descolou e fiquei a apreciar a vista do deserto da Austrália durante quase trinta minutos. A conversa continuou e Ethan descrevia-me o mundo lá fora: As paisagens, os estranhos animais, o modo das pessoas de vestirem e andarem. Parecia tudo tão diferente do que acontecia no interior do campus...
Mas com a turbulência e com a suavidade do jato a rasgar o ar, o sono acabou por chegar à minha mente.
(...)
Fui acordada por uma mão que insistia em me abanar no assento. Abri os olhos irritada e olhei para a pessoa que eu teria que matar. E quem é que era? Ethan.
- Já estamos a chegar. - Disse ele sorrindo.
- Los Angeles.
- Não sou eu. - Voltei a fechar os olhos e recostei-me no assento, tentando voltar a adormecer.
Mas aquela mão não me parava de tocar.
- O que é que queres?! - Quase gritei, chamando a atenção de alguns agentes que estavam acordados.
- Ei, calma então? - Riu-se ele. - É a minha paragem.
- E?
- E não me queres ver a ir embora?
- Que chato!
- Ui! Irritadinha! - Ele voltou a rir.
- Paras de rir? Isto não tem piada! Estou a morrer de sono e fico extremamente irritada quando alguém me acorda!
- Ahahah! - Ele continuava a rir, agora mais baixo. Estreitei os olhos na direção dele como um aviso. Ele olhou para mim e foi parando aos poucos. - Ahah... Ah... A... Pois, ok. Parei.
"Agentes, estamos prestes a aterrar em Los Angeles. Estamos num voo não autorizado por isso, preparem-se já para sair pois teremos de levantar voo logo a seguir. Obrigado." - Avisou o piloto novamente através do intercomunicador.
- Sou eu!
- É... Boa sorte. Deixa-me dormir. - Resmunguei e reencostei-ao me banco fechando os olhos em seguida.
- Ok.
Entreabri um pouco o olho esquerdo e pude vê-lo levantar-se e tirar a sua mochila do compartimento. Engoli o orgulho e tirei o cinto.
- Estás a fazer o quê? - Perguntou-me ele visivelmente confuso.
- A despedir-me. - Respondi de forma simples.
Levantei-me do banco e estiquei o meu corpo para cima para poder chegar aos ombros dele e envolvê-lo num abraço apertado que ele não demorou muito a devolver.
- Boa sorte, Lauren. - Disse, perto do meu ouvido.
- Boa sorte, Ethan.
- Vai ser fácil. Não te deixes levar pelo medo e pelo entusiasmo de ser a tua primeira missão.
- Não vou, obrigada. - Disse, deixando um sorriso escapar dos meus lábios.
"Os agentes que vão sair, que se dirijam para a porta e se agarrem aos corrimões. Vamos aterrar."
Ethan separou-se de mim e deu-me um sorriso reconfortante.
- Vou embora. Tchau. Vemo-nos daqui a algum tempo. - Disse, depositando em seguida um beijo no topo da minha cabeça.
Sorri envergonhada com o ato carinhoso dele e respondi:
- Tchau.
Ele pegou na mochila e juntou-se a um grupo de agentes que estavam já agarrados ao tal corrimão. Voltei a sentar-me e olhei pela janela e só tive tempo de ver as silhuetas das árvores a passar a alta velocidade antes de sentir o jato dar um solavanco. Senti o meu coração a acelerar e pus o cinto rapidamente agarrando-me com toda a minha força aos braços do assento. Era a minha primeira vez a andar em algo como aquilo e a aterragem brusca assustou-me. Senti o jato parar a pouco e pouco até que parou totalmente.
"Porta aberta. Podem abandonar agentes. Boa sorte."
Olhei para onde Ethan estava e vi-o já à porta, mesmo atrás de outro agentes que estava prestes a saltar. Ele olhou para mim e acenou-me. Acenei-lhe de volta e vi-o saltar atrás do outro. Foi aí que me lembrei: A porta do avião ficava a vários metros do chão; Como é que eles podiam saltar lá para baixo sem se magoarem?
"Porta fechada. Todos os agentes estão lá fora. Vamos levantar voo novamente. A próxima paragem será dentro de vinte e dois minutos."
Reencostei-me no assento e voltei a fechar os olhos. A minha saída seria numa das últimas paragens já que o piloto viajaria de Oeste para Este e a Georgia ficava na costa ocidental dos Estados Unidos da América.
(...)
"Agentes, estamos prestes a aterrar em Atlanta. Estamos num voo não autorizado por isso, preparem-se já para sair pois teremos de levantar voo logo a seguir. Obrigado."
O piloto tinha repetido a mesma mensagem durante toda a viagem. A única coisa que mudava era o nome da cidade.
Já estava acordada à tempo suficiente para assistir a mais três aterragens do jato e já me tinha habituado aos solavancos que este dava quando chocava com a terra firme. Perdi o sono todo quando o meu estômago começou a dar voltas por causa da ansiedade da missão. E se eu falhasse? E se não estivesse pronta para me tornar uma agente oficial? Já tinha ouvido falar de agentes que tinham falhado na primeira missão e que foram alvo de chacota por causa disso. E agora o medo que isso também me acontecesse assombrava a minha mente.
Fui acordada dos meus pensamentos pelo intercomunicador do jato:
"Os agentes que vão sair, que se dirijam para a porta e se agarrem aos corrimões. Vamos aterrar."
Levantei-me e tirei a mochila do compartimento e fiz exatamente o que Ethan tinha feito. Agarrei-me ao corrimão perto da porta às espera do solavanco que indicava que o avião tinha chegado a terra. Fechei os olhos e agarrei-me com mais força à espera do impacto.
Mas ele nunca mais chegava. Os meus músculos estavam tensos e a minha mente trabalhava a mil
à hora para tentar compreender o motivo de o avião ainda não ter aterrado. Foi então que abri os olhos e o senti. "Já começa bem." pensei com ironia enquanto me agarrava ao corrimão com toda a minha força. Tinha perdido toda a força nos músculos das minhas pernas por causa da espera que eu pensei ser longa, mas que afinal só tinha durado alguns segundos, e sentia que podia cair a qualquer momento.
Felizmente, o jato parou antes que isso acontecesse e eu abri os olhos aliviada. Vi a porta a ser aberta e larguei o corrimão, limpando as mãos suadas ao fato de espião preto. Olhei para o exterior e franzi os olhos imediatamente por causa do Sol da tarde que apontava diretamente para a minha cara.
"Porta aberta. Podem abandonar agentes. Boa sorte."
Com medo de que a porta de fechasse novamente antes que eu pudesse sair, saltei assim como vi os outros fazerem. Como ainda estava com os olhos feridos por causa da luminosidade não vi quando me senti a escorregar por algo liso e duro. E apanhei outro susto quando senti os meus pés a tocar no chão com alguma brutalidade. Virei-me contra o Sol e olhei para o jato e vi que, desde a porta até ao chão, havia um espécie de escorrega amarelo. Vi o jato recolher o escorrega e fechar a porta. Saí rapidamente de perto dele para lhe dar espaço para dar a volta e vi-o levantar voo deixando uma brisa quente e um rasto de pó no ar.
Estava sozinha. Não tinha vindo mais ninguém comigo. Provavelmente, os seus protegidos estavam noutra cidade mais a Este que esta. Tirei a mochila das costas e procurei pelos óculos-espião enquanto sentia a adrenalina a passar pelas minhas veias. Quando os descobri, fechei os olhos e respirei fundo três vezes para me acalmar e, quando o consegui, abri os olhos e pus os óculos. Fechei a mochila e pu-la novamente às costas e respirei fundo mais uma vez antes de me virar novamente para o Sol. Agora que este já não me incomodava a vista, pude ver o recorte dos prédios mais altos do centro da cidade.
"Aqui vou eu, a caminho de Atlanta." pensei.
*****************************************************************************
Está aqui o segundo capítulo da minha fic. Espero que esteja alguma coisa de jeito.
Como estou de férias até ao dia 1 de Abril, vou tentar postar o máximo que eu conseguir, mas não prometo nada. ;)
Só vos queria deixar um aviso: Dia 25 de Março vou viajar para Itália e só volto no dia 30 de Março e como não vou poder levar o pc para lá, não vou conseguir postar mais nenhum capítulo. Mas prometo que vou tentar recompesar-vos mais tarde.
Deixem os vossos comentários sobre a fic por favor. Gostava que me dessem uma opinião, pode até ser negativa, mas gostava mesmo de saber se está a sair alguma coisa de jeito ou se está a ficar muito mau. Por enquanto não me importo muito se os comentários forem deixados em Anónimo.
Beijoos leitores!
- Bia
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Está aqui o segundo capítulo da minha fic. Espero que esteja alguma coisa de jeito.
Como estou de férias até ao dia 1 de Abril, vou tentar postar o máximo que eu conseguir, mas não prometo nada. ;)
Só vos queria deixar um aviso: Dia 25 de Março vou viajar para Itália e só volto no dia 30 de Março e como não vou poder levar o pc para lá, não vou conseguir postar mais nenhum capítulo. Mas prometo que vou tentar recompesar-vos mais tarde.
Deixem os vossos comentários sobre a fic por favor. Gostava que me dessem uma opinião, pode até ser negativa, mas gostava mesmo de saber se está a sair alguma coisa de jeito ou se está a ficar muito mau. Por enquanto não me importo muito se os comentários forem deixados em Anónimo.
Beijoos leitores!
- Bia
quarta-feira, 20 de março de 2013
Bem aqui está como prometido a minha Fic.
Espero que gostem Xoxo...
Espero que gostem Xoxo...
Uma vida fora do normal
Introdução:
Chamo-me Bella tenho
17 anos sou loira alta de olhos azuis, mas não sou do grupo dos populares lá da
escola, pelo contrário eles gozam comigo mas eu não me importo, simplesmente
ignoro. Eu e a minha melhor amiga Caitlin anda-mos sempre juntas. Eu vivo num
sítio chamado Santuário, um bar de motards que acolhe pessoas como eu.
Eu não sou
exatamente humana, a minha espécie chama-se kataguira. Sou uma loba que se
consegue transformar em humana e os meus primos, ou seja os primos dos
kataguira, chamam-se arcadianos e eles são humanos que vivem em guerra com a
minha espécie desde que estas foram criadas.
O Santuário é
dirigido pelo clã Peterson que é constituído pela Nicollet ou mamam como lhe
chamam pelo pai Ronie pelos irmãos quadrigémeos Dev, Remie, Paul e Connor e
pela sua irmã Aimee.
Eles albergam todo o
tipo de espécies:
Deuses, kataguira, Arcadianos, Appolites ( filhos de Apolo deus
do sol, que os amaldiçoou depois de terem morto a sua amante. Como tinham feito
com que o ataque à sua amante se parece-se com um ataque de animal deu-lhes
presas e só sobrevivem com o sangue uns dos outros e estão destinados a morrer
com a tenra idade de 27 anos, a idade da sua amante. No dia anterior à sua
morte ou se suicidam ou se transformam em Daemons sugadores de almas humanas
que usam para perlongar de forma artificial a sua vida). Como estava a
dizer eles acolhem Deuses, kataguira, Arcadianos, Appolites, Daemons, até
predadores da noite que caçam Daemons.
Capítulo 1
Xxxx- TOCA A ACORDAR!
Eu- Mas que...- murmurei - Dev sai de cima de mim!
Dev- Desculpa Desculpa. Mal disposta.
Eu- Nã que ideia só não me acordaste nem nada.
Dev- Como queiras despacha-te a vestir mas é!
Eu- Porque? É sábado e são sete da manhã.
Dev- O Acheron pediu para albergar-mos um humano e como ele é
nosso amigo é o que vamos fazer.
*Resmunguei baixinho e atirei-lhe com uma
almofada*
Dev- Tá bem Tá bem tou a sair mas é para te despachares
ouviste??
Eu- Sim mamã ouvi. Agora posso ir fazer chichi ?? - brinquei com
ele.
Dev- Sim muita piada xau vemo-nos lá em baixo no bar.
Ainda estava de pijama
(http://www.polyvore.com/love_sleep/set?id=65863949#stream_box) quando ouvi
alguem bater à porta. Era Aimee a filha dos ursos.*
Aimee- Bom dia cria. - Ela era a única "pessoa" que eu
permitia chamar-me cria. - Era para te avisar que chega hoje o humano mas ao
que parece o meu irmão já se encarregou disso.
Eu- Sim realmente já vens tarde.
Aimie (a rir-se)- Bem se já acordas-te não estou aqui a fazer
nada sem ser atrapalhar. Vemo-nos lá em baixo.
*Ela saiu e eu vesti-me-
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=65889705&.locale=pt-br. Fui ao quarto do meu irmão Vane.*
Eu- Vane?? Vane??
*Silencio...*
Eu- Já lá deve estar em baixo. E eu aqui não faço nada.
*Fui para a cozinha e cruzei-me com o Wren uma mistura de
leopardo das neves e tigre.*
Eu- Bom dia Wren. Sabes dizer-me onde está o Vane??
Wren- Bom dia Bella. Ele deve estar no bar com o Connor.
Eu- Brigada Wren. Até já.
Wren- Até já.
*Sai da cozinha e fui até ao palco onde estava o Vane com o
Connor e o Paul.*
Connor- Então Bella onde te metes-te??
Paul- Sim temos estado à tua procura para te dizer que és tu
que lhe vais mostrar o Santuário.
Eu- O QUÊ!!!! E porquê eu?! Até parece que não tenho mais nada
que fazer do que mostrar o Santuário a um humano qualquer.
Remie- mas tens que ser tu já que ele é da tua escola pensamos
que se sentirá mais confortável com alguém de lá.
Eu- Mas ele é da minha escola?? Quem é ele?? É do meu ano??
Dev- Tem calma. Tanta pergunta que pode ser respondida daqui a
nada.
*Eu nem me tinha apercebido de que ele estava ao pé de nós até
agora.*
Nicollet(do alto da varanda do bar)- Malta acalmem os ânimos
por favor. Sobe-mos agora que o humano Justin está atrasado por isso podem
todos ir à vossa vida e trabalhar ou sair.
*Ela saiu da varanda e todos fizemos o que ela disse fomos
às nossas vidas.*
Eu- Ei Dev!!! Que queres que faça??
Dev- Podes ir servir às mesas ou limpar pratos decide tu.
Eu- Acho que prefiro servir às mesas apesar dos engatatões do
bar.
Remie- Não te preocupes nós trata-mos desses parvos.
Eu- Bem então é melhor meter mãos à obra.
Vane- Ei mana!!
Eu- Sim??
Vane(com um avental na mão)- Não te esqueces de nada??
Eu- Oh se não fossem vocês malta não sei o que me acontecia.
Vane- Vá vai lá trabalhar. Eu vou dormir. Bjs.
Eu- Bjs até já.
*Ele foi para cima dormir enquanto eu me preparava para o
trabalho. Passei pelo Wren que parecia muito cansado.*
Eu- Wren vai descansar pareces estar a precisar. Eu faço o teu
turno.
Wren- Tens a certeza?? Eu aguento.
Eu- Sim Wren tenho a certeza alem disso eu acordei à pouco e tu
não. Vá vai lá.
*Agradecendo ele foi para cima descansar. Preparei-me e fui
recolher pedidos.*
Eu- Bom dia bens-vindos ao Santuário que vão tomar?
Cliente1- Eu quero uma cerveja e aperitivos.
Cliente2- Eu o mesmo.
Eu - Muito bem a sair.
*Fui buscar os pedidos quando vejo o Dev com um rapaz que apesar
de ter aquele ar de Durão que a maioria dos adolescentes tem parecia seriamente
deslocado no bar de motards.*
Eu- Ei Dev!!
*Fui ter com ele e com o rapaz.*
Dev- Olá Bella este é o Justin o novo rapaz.
Eu- Olá sou a Bella e estou encarregue de te mostrar como as
coisas funcionam por aqui.
Justin- Olá.
Eu- Anda vou apresentar-te à Nicollet a dona do bar.
Justin- Ok. Mas aquele é o Dev? Eu era capaz de jurar que o
tinha visto sair do bar.
Eu(a rir)- Bem e viste. Mas eles são quatro o Dev que está
encarregue da segurança à entrada. O Paul que está encarregue da segurança das
traseiras ou seja de dar porrada em quem se armar. O Connor que também serve às
mesas e o Remie que está encarregue de mim e da Aimee.
Justin- Não me parece que os vá conseguir distinguir.
Eu- Quando cá cheguei senti o mesmo mas com o tempo habituei-me
a eles. Se precisares de os distinguir grita : 4URSOS!!!
Dev- Dev
Paul- Paul
Remie- Remie
Connor- Connor
Eu- Vez é simples. Anda agora vou mostrar-te o quarto.
Justin- Ok. É por onde??
Eu- Segue-me.
*Fomos até à cozinha e passamos pelo Wren.*
Eu- Wren eu não te disse para ires descansar?? (disse eu meio a
brincar meio a sério).
Wren- Sim mas com o hu... Justin a chegar achei que irias
precisar de ajuda.
Eu- Pois bem não preciso vai dormir. Eu juro que ainda te tranco
no quarto. Vai a andar daqui para fora.
*Fomos todos para o edifício dos quartos e certifiquei-me que o
Wren foi para o seu quarto.*
Eu- Desculpa lá isto. Às vezes ele tira-me do sério.
Justin- Não faz mal. Então onde fica o meu quarto??
Eu- É já aqui -(disse indicando uma porta verde com o nome
dele)- Se precisares de algo estou lá em baixo a trabalhar e o meu quarto é já
aqui ao lado à direita.
Justin- Ok brigada.
-------------------------Justin
On--------------------------
*Ela saiu do meu quarto e foi trabalhar.*
Eu- Bem..... Acho que vai ser curioso viver aqui.
*Comecei a desempacotar as minhas coisas e estranhamente a
pensar na rapariga quando batem à porta.*
Xxxx- Justin estás ai??
*Entrou um rapaz alto que a principio parecia ter o cabelo preto
mas na verdade era uma mistura de todas as cores e tinha os olhos de um azul
característico dos da rapariga. Tinha uma aura mortal e um andar típico
dum predador realmente capaz de intimidar qualquer pessoa. Estava todo vestido
de cabedal e tinha umas botas harley personalizadas.*
Vane- Olá sou o Vane e tu??
Eu- Sou o Justin.
Vane- Viste a minha irmã a Bella. Tu sabes loira alta de olhos
azuis que estava encarregue de te mostrar as coisas.
Eu- Sim. Ela disse que foi trabalhar para o bar.
Vane- Ok. Brigado. Se quiseres podes trabalhar aqui no bar para
ganhar alguns trocos.
Eu- A sério?? Fixe!! Com quem posso falar para começar??
Vane- Podes ir falar com a Nicollet ou com o Ronie ou então com
um dos irmãos.
---------------------------------Bella
On------------------
*Estava a servir às mesas quando entra um grupo de rapazes e
raparigas emproados. Fui servi-los.*
Eu- Olá bem vindos ao Santuário que vão desejar??
Rapaz- Eu quero uma cerveja inglesa tirada à pressão e um
toucinho fumado. Sabes o que isso é certo boneca??
Eu- Ouve rapaz. Se queres mesmo uma cerveja vai ser a que nós
temos e uns aperitivos ouviste menino rico??
Rapaz- Espera só até eu fazer queixa do teu serviço!! Vais ser
tão despedida que nem imaginas.
*O Dev e o Connor chegam ao pé de nós.*
Dev- Que se passa aqui??
Rapaz- Ainda bem que aqui está. Esta empregada trata muito mal
os seus clientes. Exijo que seja despedida.
Dev- Ora Connor que achas que a mãe vai dizer quando sober que
estão a implicar com a Bella??
Connor- Bem eu não sei mas não quero ser o desgraçado que se
meteu com ela.
Eu- Acho que é melhor partirem.
*Eles foram-se embora e para ser franca estava estafada mas o
Wren estava a descansar e ele merecia isso. Estava a preparar-me para começar o
próximo turno quando vejo o meu irmão Vane.*
Eu- Hey Vane!!
Vane- Bella o Fang acordou.
Eu- O Fang o quê!!!- gritei a correr escada acima- FANG FANG!!!
Justin- O que se passa??-perguntou seguindo-me.
*Entrei no quarto do Fang a correr e quando o encontrei de pé
atirei-me a ele desfeita em lágrimas.*
Eu- Oh Fang finalmente acordaste pensava que te tinha perdido.
Eu não me aguentei de pé quando o Vane entrou pelo Santuário adentro contigo às
costas desmaiado. Se não fosse o apoio dos ursos eu não sei o que faria.
-------------------------------------Justin On---------------------------------------
Bella- FANG FANG!!!
Eu- O que se passa??- perguntei seguindo-a.
*Entrei atras dela no quarto com a porta a dizer Fang. Nunca
ouvi falar de um Fang mas ao que parece ela é muito amiga dele talvez até mais
e não sei porquê mas causa-me alguns ciúmes.*
Bella- Oh Fang finalmente acordaste pensava que te tinha
perdido. Eu não me aguentei de pé quando o Vane entrou pelo Santuário adentro
contigo às costas desmaiado .Se não fosse o apoio dos ursos eu não sei o que
faria.
Fang- Tem calma Bella estou aqui agora e nunca mais te vou
deixar nem ao Vane.
*Ela estava lavada em lágrimas e cada vez mais eu estava com
receio de que ele fosse o seu namorado.*
Bella- Ainda bem
.
Eu- aaaa... Bella??
Bella- Justin?? Estás ai à muito tempo??
Eu- Não só fiquei preocupado. Vi-te a correr lavada em lágrimas
e vim ver se estavas bem.
Fang- Quem és tu??
Eu- Isso pergunto eu.
Fang- Sou o irmão dela.
Eu- Oh bem... Sou o Justin sou novo aqui.
*Não sei porque mas saber que ele é apenas irmão dela
deixou-me mais descansado.*
Eu- E Bella porque é que estavas a chorar??
Bella- É que o Vane e o Fang foram atacados uma noite e o Fang
entrou em coma. Quando o Vane me disse que ele tinha acordado não podia
acreditar.
Eu- Bem ok se estás bem vou voltar para o bar.
Bella- Ok eu já lá vou dar uma ajuda.
*Sai do quarto bastante melhor por saber que a Bella estava
bem.*
-----------------------------------Bella
On----------------------------------------
*Sai do quarto para ir ajudar o Justin e quando dei por mim
era segunda de manhã e estava a vestir-me para ir para a escola. Fui ao quarto
do Justin para ver se ele estava pronto.*
Eu- Justin?? Estás pronto para irmos??
Justin- Bom dia. Sim tou só falta comer qualquer coisa.
Eu- Eu já preparei o pequeno-almoço vamos a comer pelo caminho.
Justin- Ok. Como é que vamos para lá??
Eu- Vamos a pé. Não te importas pois não??
Justin- Não claro que não.
*Fomos para a escola e as aulas da manhã passaram a correr. Era
hora de almoço e ainda não disse mas o meu grupo é obcecado pelo Justin.*
Eu- Meninas vão andando eu já lá vou ter.
Elas- Ok.
Justin- Hey Bella!!-disse ele a correr ter comigo.
Eu- Sim??
*Ele chegou ao pé de mim e abraçou-me.*
Justin- Pois olá. Olha eu hoje estou a sentir-me um pouco mal
disposto podes telefonar ao Dev para nos vir buscar??
Eu- Claro. Mas tás bem??
Justin- Sim não te preocupes
Eu- ok. Eu depois digo qualquer coisa vou ter contigo à sala
dos rapazes no final das aulas.
Justin- Ok. Eu vou tar por aqui por isso depois avisa.
Eu- Ok. Até já.
-------------------------------chamada On-----------------
Dev- Estou? Bella que se passa estas bem??
Eu- sim tem calma. Era para saber se podias vir-me buscar e ao
Justin hoje depois das aulas.
Dev- claro que posso. Até logo.
Eu- Adoro-te. Até logo.
------------------------------chamada Off--------------
Eu-Justin!!
(disse aproximando-me do grupo dele).
Tomás( um do grupo)- Olha Justin Tá ali uma pita a chamar-te.
Justin- Está mas é calado. Sim Bella??
Eu- Falei com o Dev e ele vem buscar-nos mas temos que ser
rápidos porque ele vai ter que sair do seu posto.
Justin- Ok. Brigada e desculpa se incomodei.
Eu- É na boa. Alem disso assim dá tempo para eu me preparar para
o trabalho.
Justin- Ok. Então pronto até logo.
Eu- Até logo.
*Fui-me embora com uma impressão de que ali no meio do grupo
havia um sentinela arcadiano (os sentinelas estão encarregues de matarem
qualquer kataguira que vejam. Tal como os caçadores estão encarregues de matar
todos os Arcadianos que vejam. Eu própria e os meus irmãos somos caçadores) . Como eu disse fui-me embora com aquela sensação de que entre
eles existia um sentinela... Enfim, passaram-se as aulas e aquela estranha
sensação não desapareceu.
Estou distraída à procura deles quando aparece o Dev,
mas ele não estava sozinho estava com o Vane, o Fang, o Connor, o Remie, o Paul
e o Acheron. O Acheron é um predador da noite o primeiro de todos. Durante
séculos ele lutou contra os Daemons sozinho. Emanava uma aura mortal que só era
ajudada pelos seus 2 metros de altura e a sua roupa de cabedal e as suas botas
Harley personalizadas. Resumindo era um grupo assustador capaz de meter medo ao
próprio susto.*
Eu( a correr ter com eles).- Acheron!!!- abracei-o e toda a
escola ficou a olhar para mim mas eu não liguei nenhuma.
Acheron- Olá Bella tás boa miúda??
Eu- Sim. Mas que estão aqui a fazer todos??
Dev- Quando eu lhes disse que vinha cá buscar-te eles também
quiseram vir.
Eu- Está bem. Vamos??
Acheron- primeiro precisava da tua ajuda para...
Eu- matar alguns Daemons?? Conta comigo.
Acheron- Boa. Toma veste isto para lutares com eles foi feito
contra dentadas de Daemons. -disse entregando-me isto tudo num
monte-http://www.polyvore.com/minha_roupa_de_cabedal/set?id=65827736#stream_box.
Eu- Mas tá aqui uma saia isso não me protege.
Acheron- Isso emana um escudo agora vai-te lá vestir.
*Fui-me vestir e no monte estava uma mini saia de cabedal um top
justo de cabedal uma data de armas incluindo uma butterfly e as minhas botas
harley personalizadas. Quando sai da casa de banho e fui ter com eles
lembrei-me que o Justin estava na salinha dos rapazes.*
Eu- Garcia!!-chamei.
Garcia- Sim?? Eu conheço-te??
Eu- Sim sou eu a Costinha.
Garcia(de boca aberta)- Costinha?! Mas mas mas... Tás toda
boa!!!
Eu- Olha brigadinha. Viste o Justin??
Garcia- Que Justin??
Eu- O Justin Bieber da associação de estudantes.
Garcia- Desde quando o conheces??
Eu- Ele mudou-se para onde eu vivo. Enfim viste-o ou não??
Garcia- aaa... Não desculpa. Vou perguntar ao Pedro.
*Ele foi ter com o Pedro.*
Garcia- Pedro!! Viste o Justin Bieber??
Pedro- sim está ali ao fundo. Porquê??
Garcia- A Costinha está à procura dele.
Pedro- E onde é que ela está?? Não a vejo.
Garcia- Está ali-disse apontando para mim.
Pedro- Não a consigo ver com aquela gaja à frente.
Garcia- Ela é a Costinha.
Pedro- O quê? não pode ser.
*Como via que só estavam na conversa fui ter com eles.*
Eu- Olá Pedro. Sabes dizer-me onde está oJustin Bieber??
Ele ainda meio estúpido apontou para o Justin com um rapaz no
fundo da salinha. Fui ter com eles.
------------------------------Justin On---------------------
*Estava a conversar com o Tomás quando a Bella se aproxima de
nós e sinceramente estava uma brasa com o top justo e a mini saia ambos de
cabedal.*
Bella- Hey Justin!! O Dev chegou.
Eu- Ok. Então até amanhã puto.
*Estava a fazer um enorme esforço para não me babar com a
imagem dela à minha frente. Fomos ter com o Dev que afinal não estava sozinho.*
Bella- Então Acheron eu vou com o Dev e encontramo-nos no
Inferno??
Eu- Espera espera. Inferno??
Bella- É o bar do meu irmão.
Eu- E vamos todos lá?
Bella- Não tu vais com o Vane e com o Fang para o Santuário e eu
vou com os outros tratar de umas coisas.
Eu- Ok.- disse eu triste.
*Ela subiu para uma mota Harley personalizada ás costas do Dev
e eu fui encaminhado para um jipe daqueles mesmo feitos para todo-o-terreno.*
--------------------------------- Bella
On-----------------
*Fui
para a mota do Dev e lá fomos a caminho do Inferno. Quando chegamos ao Inferno
o Acheron já lá estava.*
Eu- Então por onde??
Acheron-
Tu vais pela zona Norte eu vou aos cemitérios e o Dev vai pelas zonas Sul.
Dev-
Não me parece que deixar a Bella sozinha seja uma boa ideia.
Eu-
Já não sou bebé Dev sei cuidar de mim mesma.
*O Dev lá concordou e fomos
patrulhar as ruas. Quando estava quase a desistir ouvi um grito de socorro.
Corri o mais rápido que pode seguindo a voz que me conduziu a uma
viela.*
Daemon1-
Ora Ora que temos aqui??
Humana-
não me façam mal por favor. Tome leve tudo o que quiser.
Daemon2-
Não queremos o teu dinheiro humana estúpida mas sim a tua alma.
Eu-
e se fosses sugar o sangue a outro??- e com isto atirei a minha butterfly ao
coração do daemon e este desfez-se em pó.
*O
outro daemon sibilou e algo brilhou. De lá saíram imensos Daemons. *
Eu-
Merda!!
*Consegui
matar todos mas destrai-me e um ainda conseguiu morder-me o ombro. Sibilei e
telefonei ao Dev. É que a saliva dos Daemons é mortal para os kataguira.
Telefonei-lhe e disse-lhe onde estava e depois apaguei.*
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